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Festa Junina 2018 | Por Um Mundo Melhor

By | 2018, Eventos, Primeira Linha | No Comments
Fotos: Andressa Adinolfi, Denise Mello e Tita Oliveira 

Promovemos a 32ª Festa Junina do Certus. E como foi linda! Nossa gratidão aos professores, coordenação, toda a equipe e parceiros que se desdobraram para entregar um evento incrível a nossa comunidade.

Às famílias, nosso mais sincero obrigado: pelo carinho, capricho e comprometimento. Esta parceria é extremamente importante para realização de qualquer projeto. O desenvolvimento dos estudantes depende muito da construção deste laço.

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Há anos nossa festança se destaca por seu caráter social e solidário. Um evento aberto para a comunidade que disponibiliza diversas atrações para toda a família. Em nossa história, temos orgulho de ter construído um ambiente acolhedor para recepcionar nossos visitantes de forma segura e hospitaleira. E a retribuição deste carinho vem da melhor maneira que se pode mensurar:

        

Somos uma escola acolhedora

E este depoimento da senhora Cristiane, mãe da Ana Beatriz do Pré B2 <3? Sim, somos uma escola acolhedora e comprometida com o meio ambiente. Preservamos nossa área verde pois acreditamos que este contato só traz benefícios.A criança que convive com a natureza e desenvolve esta afinidade respeita suas espécies e adquire um verdadeiro sentimento de pertencimento.#euvivocertus #nossomosasas #gratidao #escolastransformadoras #escolacomareaverde #escolaeminterlagos

Publicado por Colégio Certus em Segunda, 25 de junho de 2018

 

A entrada solidária, entregue na portaria espontaneamente, rendeu mais de ½ tonelada de alimentos, além de centenas de peças de roupas e calçados. Os itens foram direcionados e doados para o Centro de Acolhida do Grajaú e Comunidade Cristã Parque das Nações, os dois projetos desenvolvem trabalhos com pessoas em situação de rua. Além destes, o Lar de Idosos Recanto São Francisco e o Orfanato Associação Lar Casas do Caminho também foram beneficiados com os itens recebidas na Festa Junina.

   

  

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As barracas de alimentação típica seguem na mesma proposta de solidariedade. Cada uma delas é gerida individualmente por paróquias e associações da região. O dinheiro arrecadado na venda dos produtos é revertido para causas comunitárias do entorno do colégio. As instituições participantes coordenam projetos sérios e respeitados durante todo o ano. Para garantir que toda verba chegue integralmente a estes programas, apostamos na transparência e credibilidade dos caixas individuais. Desta forma, só quem tem acesso aos valores recebidos são as próprias instituições. São elas também que definem a prioridade e onde o dinheiro será investido.

  

Veja o álbum de fotos

 Confira os vídeos das apresentações

Outro diferencial da Festa Junina 2018 foi a escolha do tema. Para que houvesse uma real apropriação pedagógica, alinhamos a tradição regional a um contexto atual. E este ano escolhemos trabalhar a Copa do Mundo e os Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável (ODS), da UNO. As turmas demostraram nas danças que estavam por dentro de tudo isso e deram um verdadeiro show para as famílias que não deixaram de prestigiar.

Conheça nossos parceiros

CECA – Comunidade Espírita Caminhoneiros do Amor

CEMP (Centro Espírita Maria Preta)

Mutirão No Bem

Nossa Cantina

Paróquia N.Sra Desatadora Dos Nós

Paróquia N. Sra das Dores e Santa Cruz

Paróquia N.Sra da Esperança

Paróquia N. Sra de Lourdes

Venha conhecer o Certus! 

Vamos conversar?Vamos conversar?

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Você pode conferir as apresentações de cada turma abaixo.

Abertura – Integral: Herdeiros do Futuro – Toquinho

Os 17 ODS´s, da ONU são tema da nossa Festa Junina 2018. Para abrir a sequencia de danças, a turma do Integral em uma coreografia emocionante da música Herdeiros do Futuro, de Toquinho. Somos os herdeiros do futuroE pra esse futuro ser felizVamos ter que cuidarBem desse paísVamos ter que cuidarBem desse país Será que no futuroHaverá flores?Será que os peixesVão estar no mar?Será que os arco-írisTerão cores?E os passarinhosVão poder voar?#acelerandotransformações #festajuninacertus2018 #festajuninacertus #17ods #ods #agenda2030 #onu #festajunina #nóssomosasas #nóssomosassim #euvivocertus #junina #grandesvoosnãoselimitam 

Publicado por Colégio Certus em Sábado, 23 de junho de 2018

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INFANTIL – MANHÃ: Pedras que Cantam – Dominguinhos

E as crianças da Educação Infantil arrasaram na interpretação e coreografia da música Pedras que Cantam, além de terem deixado uma importante mensagem em nosso palco. A canção fala sobre a desigualdade social e o descaso dos governantes. O desperdício do dinheiro público é um problema escancarado. Vencer a Copa do Mundo é importante, mas pensar em soluções que diminuam as diferenças é urgente e um desafio que o Brasil deve se empenhar para resolver.Aprenda com as crianças, a mudança começa agora!#acelerandotransformações #festajuninacertus2018 #ods1 #ods2 #ods3 #ods10 #ods #porummundomelhor #agenda2030 #festajuninacertus #festajunina #nóssomosasas #nóssomosassim #euvivocertus #junina #grandesvoosnãoselimitam 

Publicado por Colégio Certus em Sábado, 23 de junho de 2018

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RECREAÇÃO E JARDIM – TARDE: Carimbó Português – Micaela

Portugal ainda é um dos países mais desiguais da União Europeia (UE). E foi para eles que as turmas da recreação e jardim da tarde deixaram o recado, ao som de um bom Carimbó Português.#acelerandotransformações #festajuninacertus2018 #ods3 #ods10 #porummundomelhor #agenda2030 #festajuninacertus #festajunina #nóssomosasas #nóssomosassim #euvivocertus #junina #grandesvoosnãoselimitam 

Publicado por Colégio Certus em Sábado, 23 de junho de 2018

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PRÉ – TARDE: Vozes da Seca – Dominguinhos e Elba Ramalho

Festa Junina | 2018 – Pré Tarde

De sábado, em nossa festa junina…Vozes da Seca é uma música de Luiz Gonzaga e Zé Dantas. São mais de 50 anos desde sua composição e o problema ainda é real em muitos estados do nordeste brasileiro. A letra é um manifesto e uma forma de denunciar o descaso e a omissão dos governantes no que se refere ao problema. Te parece atual, não?Nossa festa e nossas dançam deixam um recado que vai além das quadrilhas. É preciso que haja transformação social e a turma do Pré veio representando o #ods6 com muita propriedade. Arrasaram!#acelerandotransformações #festajuninacertus2018 #ods6 #porummundomelhor #agenda2030 #festajuninacertus #festajunina #nóssomosasas #nóssomosassim #euvivocertus #junina #grandesvoosnãoselimitam #vozesdaseca #dominguinhos #elbaramalho #zedantas

Publicado por Colégio Certus em Terça-feira, 26 de junho de 2018

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1º ano – MANHÃ e TARDE: Tempo de Alegria – Ivete Sangalo e Xote da Alegria – Falamansa

https://www.facebook.com/ColegioCertus/videos/1221043404705234/

 

Segundo um relatório da ONU divulgado em 2017, a Dinamarca é o país mais feliz do mundo E foi esta alegria que os primeiros anos representaram ao nos lembrar de que o ODS 16 ainda é um desafio para ser conquistado. Você já parou para pensar como seria incrível se não houvesse mais guerras e a paz fosse uma realidade mundial?Contagie-se!Relembre os 17 ODS´s da ONU: https://www.facebook.com/pg/ColegioCertus/photos/?tab=album&album_id=1218428421633399#acelerandotransformações #festajuninacertus2018 #ods16 #PAZ #porummundomelhor #agenda2030 #festajuninacertus #festajunina #nóssomosasas #nóssomosassim #euvivocertus #junina #grandesvoosnãoselimitam #tempodealegria #xotedaalegria #falamansa #todospelapaz

Publicado por Colégio Certus em Sábado, 23 de junho de 2018

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2º ano – MANHÃ: Xote das Meninas – Luiz Gonzaga

https://www.facebook.com/ColegioCertus/videos/1224456391030602/

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2º ano – TARDE: Largadinho – Cláudia Leite

Eles podem até ter perdido no campo, mas a verdade é que quando se fala em politicas públicas a Costa Rica joga um bolão! Você sabia que 100% da população costarriquenha tem um amplo seguro de saúde público com acesso a todas as especialidades? Tal sucesso se deve a diferentes fatores, dentre eles claro, o baixo número de habitantes, cerca de 4 milhões. Mas vamos combinar que boa vontade do governo também faz toda a diferença, né?As turmas do 2º ano da tarde vieram com as cores da Costa Rica para nos dar o recado de que saúde pública de qualidade é possível! A coreografia, que imita posições de ginástica contagiou toda a galera!#acelerandotransformações #festajuninacertus2018 #ods3 #saúdeebem-estar #porummundomelhor #agenda2030 #festajuninacertus #festajunina #nóssomosasas #nóssomosassim #euvivocertus #junina #grandesvoosnãoselimitam

Publicado por Colégio Certus em Sábado, 23 de junho de 2018

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3º ano – MANHÃ e TARDE: Xote Ecológico – Luiz Gonzaga e Oh! Chuva – Falamansa

Enquanto no Brasil mais da metade dos municípios não têm sequer aterros sanitários, na Suécia praticamente todo o lixo produzido tem uma destinação correta e o mais importante: valor comercial.Atualmente 99% dos resíduos produzidos pelos suecos é reaproveitado e o 1% que sobra vai para aterros. Dá ou não dá uma dorzinha de cotovelo?Ao som do Xote Ecológico e música Oh! Chuva as turmas dos terceiros anos nos lembraram de que saneamento básico e o cuidado com nossas matas, rios e mares é imprescindível para um futuro melhor.#ods6 #ods10 #ods11 #ods12 #ods13 #ods14 #ods15 #acelerandotransformações #festajuninacertus2018 #porummundomelhor #agenda2030 #festajuninacertus #festajunina #nóssomosasas #nóssomosassim #euvivocertus #junina #grandesvoosnãoselimitam #3ºano

Publicado por Colégio Certus em Sábado, 23 de junho de 2018

Enquanto no Brasil mais da metade dos municípios não têm sequer aterros sanitários, na Suécia praticamente todo o lixo produzido tem uma destinação correta e o mais importante: valor comercial.Atualmente 99% dos resíduos produzidos pelos suecos é reaproveitado e o 1% que sobra vai para aterros. Dá ou não dá uma dorzinha de cotovelo?Ao som do Xote Ecológico e música Oh! Chuva as turmas dos terceiros anos nos lembraram de que saneamento básico e o cuidado com nossas matas, rios e mares é imprescindível para um futuro melhor.#ods6 #ods10 #ods11 #ods12 #ods13 #ods14 #ods15 #acelerandotransformações #festajuninacertus2018 #porummundomelhor #agenda2030 #festajuninacertus #festajunina #nóssomosasas #nóssomosassim #euvivocertus #junina #grandesvoosnãoselimitam #3ºano

Publicado por Colégio Certus em Sábado, 23 de junho de 2018

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5º ano – MANHÃ: Frevo Mulher – Zé Ramalho

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, de 2016, no Brasil mais de 26% das meninas que não estudam deixaram a escola para realizar afazeres domésticos ou cuidar de pessoas. E este não é um problema só dos brasileiros. Segundo um estudo divulgado pela ONU, há 34 milhões de meninas fora da escola primária em todo o mundo.Alcançar a igualdade entre os gêneros é um desafio desta geração.O Frevo da Mulher, coreografado pelas turmas do quinto ano da manhã é uma homenagem a todas as mulheres que lutam por este direito.#ods5 #igualdadeentreosgeneros #acelerandotransformações #festajuninacertus2018 #porummundomelhor #agenda2030 #festajuninacertus #festajunina #nóssomosasas #nóssomosassim #euvivocertus #junina #grandesvoosnãoselimitam #5ºano

Publicado por Colégio Certus em Sábado, 23 de junho de 2018

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5º ano – TARDE: É Uma Partida de Futebol – Skank / Nour El Ein – Amr Diab / Guerreiro – Victor e Léo

https://www.facebook.com/ColegioCertus/videos/1221169488025959/

https://www.facebook.com/ColegioCertus/videos/1221170314692543/

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4º ano – Tango

https://www.instagram.com/p/BkYsMVfAW_F/?taken-by=colegiocertus

 

Protagonismo | Preparando a própria Festa Junina

By | 2018, Integral, Primeira Linha | No Comments

A  organização de uma festa tem muito a ensinar: escolha do tema, decisão do cardápio, confecção da decoração, definição do entretenimento… Ufa, são tantas coisas que a lista é grande! Fazer com que tudo isso funcione é um desafio que os estudantes do Integral aprenderam a resolver na prática, desenvolvendo habilidades como autonomia e protagonismo, que usarão na vida e na carreira.   

No projeto Semana Temática – que este ano explora o tema Brasil –, o grupo do Integral realizou uma pesquisa a fim conhecer como as regiões brasileiras trabalham a Festa Junina e suas características em comum. Os alunos fizeram uma seleção do que mais os chamou a atenção e prepararam um arraial especial com direito a  brincadeiras, decoração, diversão e muita comida.

      

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“Os pequenos descobriram que esta comemoração é comum em todas as regiões do Brasil, especialmente no Nordeste e, foi trazida para o Brasil por influência dos portugueses no século XVI”. 

Maria Isabel, coordenadora do Integral.

   

Clique aqui para ver o álbum de fotos

Durante o mês de junho os estudantes fizeram pesquisas e confeccionaram todos os itens que julgaram imprescindíveis para a realização da festança. Houve muito capricho e trabalho em equipe. Todos queriam um evento perfeito e assim, pouco a pouco o espaço ficou tomado por bandeirinhas, balões e diversos adereços juninos.

“Hoje é o melhor dia da minha vida. Hoje teve festa!!! Eu aprendi um monte de brincadeiras, foi muito legal!”

Alicia Medeiros, estudante. 

Divididas em grupos, as crianças confeccionaram os adereços e as brincadeiras. Foi sugestão dos maiores que tudo fosse sustentável, assim usaram a criatividade e produziram tudo que era necessário para fazer daquele momento único e inesquecível, com produtos que provavelmente seriam descartados.

O jogo de argolas e o tomba lata eram de garrafas pet e latinhas de refrigerante usados. A pescaria e o jogo boca do palhaço foram confeccionados com papelão, papéis coloridos e retalhos.   

Houve muito engajamento de todos e no dia escolhido foi só curtição! 

      

“Está muito legal. Eu aprendi a pescar!”

Cauã Vicente

     

A escolha do cardápio também foi democrática. Entre a lista de comidas típicas, os alunos optaram pelos alimentos que mais gostavam. A tia Milene, cozinheira tratou de prepará-los com muito capricho. Tinha pipoca, milho cozido, cachorro quente, paçoca e doce de leite.

“As comidas estavam deliciosas!”

Miguel Paulino, estudante.

Produzir uma festa pode parecer só divertido ou encantador, mas existe muito mais aprendizado por traz de tudo isso.

“Trata-se de um modo diferente de aprender onde os estudantes são autores do conhecimento e produzem as praticas que auxiliam na melhor maneira de assimilação. O trabalho desenvolvido possibilita ampliar a visão das diferentes manifestações culturais e opiniões. O tema é comum, mas aprender a discuti-lo e planejá-lo respeitando as diferenças, isso sim é um desafio e os pequenos tiraram isso de letra”, revela a educadora.

 

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Vamos conversar?Vamos conversar?

 

 

 

 

 

2ª Lei de Newton | O Jogo das Forças

By | 2018, Médio, Primeira Linha | No Comments

Um dos maiores desafios que o professor enfrenta é transmitir o conhecimento de modo que desperte o interesse do estudante. Pensando nisso, Ingrid Morselli, professora de Física do Ensino Médio decidiu criar um jogo para auxiliar os estudantes dos 1°anos a entenderem de forma efetiva a 2ª Lei de Newton, conteúdo complexo que versa sobre a aceleração de corpos em um sistema.

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A dificuldade de compreensão deste conteúdo é relatada por estudantes de séries superiores. Isso porque envolve conceito de vetor – módulo, direção e sentido -, e também o conceito de forças da Mecânica Clássica: força peso, força normal de reação a uma superfície, força de atrito, força de tração, etc.

Para compor o jogo, a classe foi dividida em grupos, e tiveram uma aula para cada equipe produzir seu conjunto de blocos e forças.

 

Clique aqui para ver o álbum de fotos

Por meio de um sorteio, foram definidos os grupos que se enfrentariam. A partir da projeção de uma situação ligada à matéria, os estudantes deveriam montar o quebra-cabeça de forças e blocos, destacando as forças que atuavam em cada corpo separadamente. As disputas tinham a duração de até 5 minutos, ou acabavam antes, quando o grupo já estivesse certo da sua montagem.

“O jogo que a professora Ingrid passou foi muito legal, e bom para nós, pois ele fez a gente interagir, sem contar que é uma maneira muito legal de estudar, pois faz a gente pensar e raciocinar. Também ajuda a despertar o interesse pela matéria, de uma maneira divertida” – Nathália Andreoli Camilo, aluna do 1° médio A2.

Essa atividade foi bem recebida pelos estudantes, que se engajaram na confecção dos conjuntos, estudaram antes da disputa através de exercícios e simularam a atividade com tempo. A divisão em grupos também desenvolveu algumas habilidades como senso coletivo, cooperação, organização e estratégia, além claro de despertar o espírito competitivo de forma saudável.

 

 “Acredito que essa atividade tenha desenvolvido um espírito competitivo tão forte, despertando um interesse maior pela matéria para aqueles menos esforçados e também para os que têm mais dificuldade. Aquela famosa frase “Aprender brincando” se encaixa bem em tal situação. – Tássila Tauane Silva Machado, aluna do 1°A1.

TAG: #física #ensinomédio #aprenderatransformar #Médio #aprenderaconviver

 

Aprender a Conhecer | No tempo dos castelos

By | 2018, Fundamental, Primeira Linha | No Comments

O período de alfabetização e ingresso no Ensino Fundamental I exige certo encantamento. Os pequenos estudantes precisam ser incentivados a receber os conteúdos de forma lúdica, como se estivessem envolvidos por uma brincadeira. Extrair o melhor de cada um, desta forma, é um desafio que o Certus acredita e trabalha, diariamente, para realizar. 

Um dos exemplos desta prática foram as atividades realizadas pelas turmas do primeiro ano. Durante os estudos do Caderno 1 do Projeto Unoi e embasados pelos pilares da UNESCO – Aprender a Conhecer, Aprender a Fazer, Aprender a Ser e Aprender a Conviver – ,  os estudantes se depararam com temas relacionados aos príncipes, princesas, arquitetura dos castelos e às músicas medievais. Este universo encanta as crianças e o retorno pedagógico é visível, sem perceber eles aprendem história, matemática e são alfabetizados num clima de conto de fadas.

   

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“Foi a primeira vez que estudei sobre a vida em um castelo. Gostei muito”.

Ana Júlia, 1º ano B3

   

Veja o álbum de fotos:  Castelos de SucataChá Real.

Os castelos apareceram em diferentes disciplinas e situações. Como era a arquitetura destas construções, a vida e os costumes das pessoas que o habitavam, como funcionava a disposição dos cômodos, a alimentação dos moradores. O estudante aprendeu todo conteúdo, envolvido por esta energia quase mágica!

A fim de tangibilizar e transformar a teoria em experiência, as professoras propuseram duas atividades muito divertidas e enriquecedoras: a construção de um Castelo de Sucata e o Chá Real.

Em casa cada estudante deveria construir um castelo com sua família. As maquetes foram trazidas para o colégio onde houve uma exposição para outras turmas do Ensino Fundamental I. Os trabalhos também ficaram expostos durante a Vivência Pedagógica e todos puderam ver o que as turmas construíram.

       

“Os castelos ficaram lindos. Dá vontade de entrar para brincar dentro deles”

Maria Eduarda, 1º ano A1

              

Para finalizar em grande estilo, foi feito o Chá Real, um momento dedicado a vivenciar o que já havia sido estudado.

“Gostei da decoração. Parecia uma festa”

Augusto, 1º ano B2

 

No dia marcado para o chá, estudantes e professoras cuidaram da ambientação do espaço e as famílias enviaram a alimentação que comporia o cardápio. Para que tudo parecesse ainda mais real, todos estavam fantasiados de príncipes e princesas.

“Dançamos músicas medievais, usamos coroas e degustamos de um verdadeiro chá real”, lembra Tatiane Oliveira, professora.

“A dança foi a melhor parte. É muito diferente das de hoje”

Isadora, 1º ano B1

“O momento de receber a coroa foi muito emocionante”

Rafaella, 1º ano A2

“Usar a fantasia e dançar com o príncipe foi muito legal”

Maria Cecília, 1º ano A1.

Imaginação e diversão rolaram soltas, a vivência trouxe um grande significado para os estudos teóricos.

“Proporcionar interação entre ao turmas foi ainda mais enriquecedor. Pois contribui tanto no pedagógico quanto no social, estabelecendo momentos de escolhas e aprendizagem que estão sempre na rotina da nossa filosofia educacional”.

Ana Paula Bertolino, Tatiane Oliveira e Maria Amorim, professoras.

 

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Vamos conversar?Vamos conversar?

 

 

 

 

 

 

 

 

Conhecendo os nutrientes e a química dos alimentos

By | 2018, Fundamental, Primeira Linha | No Comments

Quem viu a turma do 8º ano da tarde no pátio, podia até imaginar que os estudantes se preparavam para jantar. Entretanto, a organização dos pratos, anteriormente preparados em casa, fazia parte de uma atividade que visava um ensino contextualizado e mais motivador que o tradicional. A apostila propunha o estudo da pirâmide alimentar, das vitaminas, carboidratos, lipídios, proteínas e sais minerais.

“Entender este conteúdo é fundamental para a vida dos estudantes. Não é só uma questão de tirar nota ou ir bem na prova. Existe uma preocupação real da população em fazer uma alimentação saudável e equilibrada. Mas para isso é preciso entender os nutrientes e como utilizá-los de forma positiva”, alerta Rogério Escribano, professor de ciências.

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Veja o álbum de fotos

Em sala, os alunos estudaram os nutrientes e os grupos alimentares. Entretanto, para que este conteúdo fosse melhor assimilado, promoveram um jogo de experimentação às cegas. Cada equipe montou um cardápio completo com base no que suas famílias costumam consumir. De olhos vendados, o desafio era provar o prato da equipe oponente, acertar quais alimentos o compunha e, a partir daí falar sobre os nutrientes de um.

           

“Às vezes, na sala de aula é muito corrido e não conseguimos trocar experiências ou conversar sobre a matéria com os colegas. Assim ficou muito mais fácil. Aprendemos observando o que o outro fez certo ou errado”.

Giulia Rocha, estudante.

 

          

Os integrantes do grupo que não estavam vendados podiam pesquisar as propriedades dos alimentos na apostila e na internet. “Não podemos negar que esta geração tem acesso a tudo na palma da mão. Incentivá-los a usar o celular de forma positiva é, também, um desafio do educador. A internet está aí cheia de informações e isso pode sim, somar ao trabalho de sala de aula”, defende do professor.

           

“O jogo foi um estímulo a mais para o estudo. Ninguém queria errar e perder pontos, assim todos se dedicaram. Fazer uma prova agora será bem mais fácil”.

Eduarda Correa, estudante

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Entendendo o ciclo da água

By | 2018, Fundamental, Primeira Linha | No Comments

O Certus adota anualmente uma lista de livros paradidáticos, que é dividida por série. Os temas são variados e, na educação infantil e ensino fundamental I, o objetivo vai além do incentivo à leitura, contribui uma base forte para trabalhar temas do currículo acadêmico.

Uma rica experiência foi o trabalho realizado pelos estudantes do 2º ano com o livro Bebel, a gotinha que caiu do céu, de Patrícia Engel Secco. Em sua obra a autora conta de forma divertida, a estória de uma gotinha em diversas fases que retratam o ciclo da água. 

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Para que os pequenos entendessem a mensagem, as professoras apostaram em atividades onde as crianças visualizassem este ecossistema acontecendo.

          

Veja o álbum de fotos

Daria menos trabalho desenhar um esquema na lousa onde a água retida no solo evapora e retorna em forma de chuva para ser novamente absorvida pelas plantas. Mas no Certus o aluno aprende pela prática.

“Só a aula na lousa não teria o mesmo valor e eles apresentariam muita dificuldade de entender. Então o trabalho seria frustrante. Além do que, o nosso objetivo é que eles explorem e tenham experiências de verdade”, defendem Graziela Gualberto e Sabrina Martinez,

professoras do 2º ano da tarde.  

As educadoras optaram então, por um caminho bem mais interessante. Em uma primeira etapa os estudantes leram o livro e produziram um jogo interativo para absorver melhor o conteúdo teórico do ciclo da água.  A partir daí, as professoras propuseram a construção de um terrário, um ecossistema em miniatura onde toda a parte teórica pode ser aplicada na prática.

          

“Em casa as crianças pesquisaram sobre os terrários e trouxeram para a sala de aula tudo o que encontraram”, conta Graziela Gualberto.

 “Descobri o terrário mais antigo do mundo. Ele tem mais de 60 anos”, compartilha admirado Leonardo, estudante de 6 anos.

                           

O melhor momento foi a hora de colocar as mãos na terra. As turmas passaram um dia no pomar construindo seu próprio terrário.

“É muito legal tocar nas cascas de árvore, nas pedras e nas plantas. Na terra tinha até minhocas”, lembra Beatriz do 2º ano B2.

Os terrários ficam expostos nas salas de aula e por meio da observação e orientação das professoras os estudantes percebem a evaporação, precipitação, infiltração e transpiração, que são algumas etapas do ciclo da água, de forma natural e divertida.        

 

 

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Vamos conversar?Vamos conversar?

Tem matemática no boliche!

By | 2018, Fundamental, Primeira Linha | No Comments

Para muitos adultos aprender matemática foi algo muito complicado. E a maneira como foram apresentados à disciplina tem grande responsabilidade neste contexto. Entretanto, é possível aprender sem causar traumas e até brincando! No Certus as crianças vivenciam isto desde cedo.

Entre muitas atividades incríveis, os estudantes do 2º ano B1 tiveram uma aula de matemática bem animada. Os pequenos trouxeram garrafas pet de casa e com elas, confeccionaram um jogo de boliche interativo.

          

“Foi superdivertido. Para decorarem as garrafas e deixarem o jogo pronto, soltaram a imaginação e colocaram a criatividade em prática. Eles adoram atividades em que possam confeccionar ou transformar alguma coisa”, revela Sabrina Martinez, professora da turma.

Depois de todos os pinos prontos, foi hora de brincar e vivenciar, na prática, aquilo que já tinham visto na sala de aula.

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Como o capítulo estudado na apostila do UNOi previa o estudo da adição, a atividade com o boliche foi toda canalizada para atingir este fim. “Foi muito divertido, estudamos e brincamos ao mesmo tempo”, lembra a estudante Isabela.

Veja o álbum de fotos

         

Durante a confecção dos pinos, cada garrafa foi identificada com um número, que valia pontos. Para a brincadeira, a turma foi dividida em dois grupos e as jogadas eram intercaladas.

“A cada partida os estudantes precisavam somar os pontos do grupo com os números conquistados nos arremessos”, explica a professora.

       

Sem perceberem as crianças fizeram a soma mentalmente, compararam a pontuação dos grupos e brincaram. Foi uma diversão só.

Além do benefício pedagógico da matemática, a atividade fortaleceu e integrou a turma. “Aprendi a fazer as continhas de cabeça. E a melhor parte é que não importa quem ganha ou quem perde. O bom mesmo é se divertir”, ensina Melissa de 7 anos.

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Vamos conversar?Vamos conversar?

Nossas mascotes, as tartarugas

By | 2018, Eu Vivo Certus, Primeira Linha | No Comments

No dia 23 de maio se comemora o dia da tartaruga.

Pré-históricas, as primeiras habitaram a Terra há mais de 200 milhões de anos. Um dos animais mais antigos do planeta merece nosso respeito e cuidado.

No Certus temos cinco jabutis, convivendo em harmonia com tudo e com todos. Não existe isolamento. Há décadas elas circulam e transitam livres por aqui. E isso faz a alegria da criançada, que quando as encontram fazem questão de parar e acariciar.

                    

A primeira jabuti foi trazida para o colégio nos anos 90, por Cilene Braga, uma das mantenedoras. “Minha tia morava em uma casa grande. No quintal tinha um jardim enorme e era lá que o animal vivia. A chamávamos de Norma Sueli”, lembra.

A mudança para o colégio ocorreu, quando a tia precisou trocar de casa e ir para um lugar menor. “Como espaço e área verde, nunca foi um problema para o Certus, na época ofereci a escola para abrigar a jabuti”, conta a mantenedora.

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De lá pra cá, mais quatro foram chegando. Sempre assim, por doação. “Elas eram muito parecidas e para não causar confusão nas crianças, todas foram batizadas de Norma Sueli”, esclarece Fátima Pereira Dias, Gerente de Produto que acompanha o colégio há mais de dez anos.

                    

O Certus tem orgulho em abrigá-las e mais do que isso, ao se comprometer com este cuidado reafirma seu compromisso de responsabilidade e preservação do meio ambiente e suas espécies.

Para lembrar

                 

Em 2014 e 2015 o Certus utilizou a ilustração de uma tartaruga ao lado da amoreira em suas campanhas de comunicação. A ideia era retratar e homenagear sua área verde. Além de acreditar na simbologia que o animal representa, dentre eles a longevidade e a proteção.  

Venha conhecer o Certus! 

Vamos conversar?Vamos conversar?

Futebol Americano, por dentro da modalidade

By | 2018, Esporte, Primeira Linha | No Comments

Imergir em uma cultura diferente aumenta nosso repertório e abre um mundo de possibilidades que antes parecia inatingível. Desta forma, proporcionar experiências que fujam do contexto geral é um desafio que os profissionais do Certus buscam diariamente.

A aula externa de Futebol Americano, destinada às turmas do 5º ano do Ensino Fundamental I é uma destas ações e completa o primeiro ciclo da programação de Educação Física. A atividade foi realizada no centro de treinamento TouchDown, local onde o Spartans Football realiza seus treinos e por meio dela, foi possível acrescentar diferenciais esportivos na vida dos estudantes.

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“O futebol americano é uma modalidade que tem crescido no Brasil, com a organização de torneios regionais, estaduais e nacionais. Além disso, a transmissão de jogos da NFL – a liga de futebol americano dos Estados Unidos – tem atraído cada vez mais investimento, torcedores e praticantes brasileiros”, destaca Danielle Rodrigues, Personal Kids e professora de Educação Física.

Durante a prática, os alunos usaram equipamentos de segurança, como capacetes e sholders; e treinaram o reflexo durante a recepção de bolas, que eram arremessadas pela máquina de lançar bolas.

Exercícios de deslocamentos, mini partidas do jogo Futebol Americano e um circuito onde tinham que retirar Flags (fitinhas amarelas presas) completaram a atividade de forma lúdica e descontraída.

 

“O objetivo principal, foi proporcionar aos alunos uma vivência recreativa. E desmistificar que o esporte é violento. Mostrando também que na modalidade não existe seleção por biótipos. Assim, pudemos provar que todos têm espaço. Basta ter disposição”, completa a educadora.

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Empoderamento Feminino em Pauta

By | 2018, Fundamental, Médio, Primeira Linha | No Comments

Por aqui sempre houve abertura para discussões de temas relacionados à igualdade entre os gêneros. Mas o gancho forte, vindo da sociedade e de movimentos feministas tem influenciado e ganhado muitos adeptos no ambiente escolar. Mais do que nunca, falar sobre empoderamento está na moda. Cada vez mais, estudantes apresentam propostas que colaboram para a conscientização e alerta em diversos aspectos.

 

E foi assim, com sugestões trazidas por elas, que transformamos a sala de dança em um ambiente acolhedor e sem críticas. Neste espaço, formamos uma enorme roda que acolheu mulheres do 8º ao 3º ano do ensino médio. “Ali discutimos a importância de recebermos o feminismo na escola, enquanto pauta de debate e ferramenta de quebra de paradigmas”, conta Paula Cintra, orientadora educacional.

Entre diversos temas, foram abordadas situações de machismo recorrentes, de sororidade e de relacionamentos abusivos, especialmente aqueles que acontecem entre amigas.

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“A demanda do encontro partiu de

um grupo de estudantes que

percebeu como algumas mulheres se

relacionavam entre si com xingamentos e humilhações”.

Paula Cintra – Orientadora Educacional

A conversa fluiu naturalmente e à medida que os depoimentos aconteciam, as garotas puderam perceber que situações de constrangimento e violência não são fatos isolados.

“Tive uma mistura de sensações: ao mesmo
tempo em que estava feliz por ter essa abertura,
me senti triste por perceber que a maioria
dos assuntos eram comuns a todas nós”.
Ivanna Santana, 2º médio.

 

As rodas de conversa fazem parte do trabalho pedagógico do Certus e acontecem semanalmente nas turmas a partir da educação infantil.

“É bom saber que a escola está aberta a este diálogo
e possui porta-vozes que falam a nossa língua, sem julgamentos.
Espero que outros encontros sobre diversos temas aconteçam”.
Marina Gonçalves, 3º médio. 

Oportunizar este bate-papo trouxe diversos benefícios pedagógicos e sociais, mais o principal deles foi a aproximação entre as estudantes. Perceber-se no lugar do outro pode ser uma ferramenta valiosa para transformar e fortalecer vínculos.

“Foi uma oportunidade incrível onde pudemos conversar e trocar experiências. Sobretudo, um momento de nos unirmos e nos ajudarmos”, lembra Gabrielle Plácido, 2º médio.

“Precisamos nos apoiar mais. Por meio de

encontros como este, percebemos o quanto

somos fortes, lindas e inteligentes. Aquele lindo brilho

de mulher corajosa está dentro de nós,

apenas devemos acreditar nele”.

Bianca Muniz, 2º médio. 

 

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