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Cuidados com Horta | A importância das Minhocas

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Assim como a construção precisa de uma fundação segura e de um alicerce bem firme, o bom tratamento da terra é a base para garantirmos que a horta produza alimentos orgânicos de qualidade. É através do solo fértil que as plantas adquirem os nutrientes necessários para crescerem.

Nossa horta precisava receber esta recauchutada de vitaminas. E como aqui tudo é experiência, os estudantes do 3º e 4º anos foram responsáveis por esta renovação.

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Seguindo as instruções do professor Robson Zago, de ciências e biologia, as crianças depositaram o Húmus e acompanharam todo este processo.

O húmus minhoca, que foi utilizado, é um tipo de fertilizante natural, afinal queremos garantir que os alimentos produzidos em nosso espaço não contenham produtos sintéticos ou agrotóxicos.

         

“Não tive medo nem nojo das minhocas porque eu já tinha visto algumas na caso do meu avô”

Manuella, 3º ano B2

As crianças manusearam a terra e aprenderam sobre a importância das minhocas neste processo.

   

  

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“Eles literalmente colocaram a mão na massa! Misturaram a terra com o fertilizante para que o solo ficasse rico em nutrientes. Neste momento eles encontraram várias minhocas; falamos sobre sua importância, por exemplo, na produção do húmus e nos túneis que elas cavam, que permitem a entrada de água”.

Robson Zago, professor

  

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Curiosidade

As minhocas se alimentam de pequenas pedras contendo nutrientes e, após consumirem, criam uma espécie de “pasta” que melhora a qualidade da espessura do solo.

Além disso, elas levam ar à superfície e acabam arejando o solo, quando passam pelos túneis subterrâneos criados por elas.

Assista para saber mais!

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Gêneros Textuais | A linguagem do teatro

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Com o objetivo de trabalhar a leitura a partir do livro paradidático Soul Love – À Noite o Céu é Perfeito, de Lynda Waterhouse, adotado pelas turmas do 9º ano; a professora Ingrid Cristina decidiu criar uma vivência interdisciplinar que envolvesse a língua portuguesa e o teatro. Uma rica oportunidade onde os estudantes pudessem experimentar todos os passos da adaptação de um livro para uma peça teatral.

      

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“Durante o processo, os alunos despertaram muitas habilidades diferentes, usando aquilo que já sabiam e ganhando conhecimento no que era novo, adquirindo assim, mais ferramentas para sua bagagem cultural. Foi possível perceber em muitos estudantes, aptidões desconhecidas e o prazer em sua própria criação”. 

Ingrid Cristina, professora de Língua Portuguesa.

   

Clique aqui para ver o álbum de fotos

A atividade foi iniciada com a leitura da obra, que conta a história de Jenna, uma garota-problema que é obrigada pela mãe a passar uma temporada na casa de sua tia Sarah, depois de ter aprontado poucas e boas no colégio. “Após a leitura fizemos uma roda de conversa com disfunções a respeito das diversas transformações que são vividas na idade deles. Também falamos do quão importante é estabelecer conexões de respeito e empatia com a família e amigos”, destaca a professora. A partir daí, a proposta foi lançada: produzir uma peça teatral baseada no livro e focada nas experiências da protagonista.

“As rodas de conversa foram muito importantes para a nossa organização. Tivemos que assumir a responsabilidade de colocar em prática tudo que combinamos e isso foi muito desafiador”

Anna Oliveira, estudante. 

   

Para facilitar a produção, as turmas foram organizadas em grupos e a primeira tarefa das equipes foi selecionar os capítulos mais importantes para a produção do roteiro, a atividade recebeu um prazo de entrega e um feedback com orientações para a representação no palco.

     

Os ensaios e correções eram realizados durante as aulas de Língua Portuguesa. E então, o segundo desafio: planejar cenário, figurino e som. Os estudantes se empenharam e com tudo pronto a apresentação foi marcada no auditório do colégio.  Os grupos apresentaram-se para toda a turma.

“Foi muito divertido pensar em tudo que precisava ser feito: figurinos, expressões e pequenos detalhes. Ah, também foi incrível interpretar a Jenna. Ela é uma pessoa com experiências de vida diferentes, que talvez eu não soubesse lidar”.

Lívia Cintra, estudante.

Muito mais que trabalhar a linguagem e gêneros textuais, a atividade proporcionou percepção de responsabilidade.

“Assumir o palco como transmissor de uma mensagem exige isso. Este conteúdo será ouvido, portanto, deve ser levado a sério e dito com clareza. Por isso, o peso do que falamos e do que somos ganha mais significado”, completa a educadora. 

 

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Aprender a Conhecer | No tempo dos castelos

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O período de alfabetização e ingresso no Ensino Fundamental I exige certo encantamento. Os pequenos estudantes precisam ser incentivados a receber os conteúdos de forma lúdica, como se estivessem envolvidos por uma brincadeira. Extrair o melhor de cada um, desta forma, é um desafio que o Certus acredita e trabalha, diariamente, para realizar. 

Um dos exemplos desta prática foram as atividades realizadas pelas turmas do primeiro ano. Durante os estudos do Caderno 1 do Projeto Unoi e embasados pelos pilares da UNESCO – Aprender a Conhecer, Aprender a Fazer, Aprender a Ser e Aprender a Conviver – ,  os estudantes se depararam com temas relacionados aos príncipes, princesas, arquitetura dos castelos e às músicas medievais. Este universo encanta as crianças e o retorno pedagógico é visível, sem perceber eles aprendem história, matemática e são alfabetizados num clima de conto de fadas.

   

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“Foi a primeira vez que estudei sobre a vida em um castelo. Gostei muito”.

Ana Júlia, 1º ano B3

   

Veja o álbum de fotos:  Castelos de SucataChá Real.

Os castelos apareceram em diferentes disciplinas e situações. Como era a arquitetura destas construções, a vida e os costumes das pessoas que o habitavam, como funcionava a disposição dos cômodos, a alimentação dos moradores. O estudante aprendeu todo conteúdo, envolvido por esta energia quase mágica!

A fim de tangibilizar e transformar a teoria em experiência, as professoras propuseram duas atividades muito divertidas e enriquecedoras: a construção de um Castelo de Sucata e o Chá Real.

Em casa cada estudante deveria construir um castelo com sua família. As maquetes foram trazidas para o colégio onde houve uma exposição para outras turmas do Ensino Fundamental I. Os trabalhos também ficaram expostos durante a Vivência Pedagógica e todos puderam ver o que as turmas construíram.

       

“Os castelos ficaram lindos. Dá vontade de entrar para brincar dentro deles”

Maria Eduarda, 1º ano A1

              

Para finalizar em grande estilo, foi feito o Chá Real, um momento dedicado a vivenciar o que já havia sido estudado.

“Gostei da decoração. Parecia uma festa”

Augusto, 1º ano B2

 

No dia marcado para o chá, estudantes e professoras cuidaram da ambientação do espaço e as famílias enviaram a alimentação que comporia o cardápio. Para que tudo parecesse ainda mais real, todos estavam fantasiados de príncipes e princesas.

“Dançamos músicas medievais, usamos coroas e degustamos de um verdadeiro chá real”, lembra Tatiane Oliveira, professora.

“A dança foi a melhor parte. É muito diferente das de hoje”

Isadora, 1º ano B1

“O momento de receber a coroa foi muito emocionante”

Rafaella, 1º ano A2

“Usar a fantasia e dançar com o príncipe foi muito legal”

Maria Cecília, 1º ano A1.

Imaginação e diversão rolaram soltas, a vivência trouxe um grande significado para os estudos teóricos.

“Proporcionar interação entre ao turmas foi ainda mais enriquecedor. Pois contribui tanto no pedagógico quanto no social, estabelecendo momentos de escolhas e aprendizagem que estão sempre na rotina da nossa filosofia educacional”.

Ana Paula Bertolino, Tatiane Oliveira e Maria Amorim, professoras.

 

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Conhecendo os nutrientes e a química dos alimentos

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Quem viu a turma do 8º ano da tarde no pátio, podia até imaginar que os estudantes se preparavam para jantar. Entretanto, a organização dos pratos, anteriormente preparados em casa, fazia parte de uma atividade que visava um ensino contextualizado e mais motivador que o tradicional. A apostila propunha o estudo da pirâmide alimentar, das vitaminas, carboidratos, lipídios, proteínas e sais minerais.

“Entender este conteúdo é fundamental para a vida dos estudantes. Não é só uma questão de tirar nota ou ir bem na prova. Existe uma preocupação real da população em fazer uma alimentação saudável e equilibrada. Mas para isso é preciso entender os nutrientes e como utilizá-los de forma positiva”, alerta Rogério Escribano, professor de ciências.

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Em sala, os alunos estudaram os nutrientes e os grupos alimentares. Entretanto, para que este conteúdo fosse melhor assimilado, promoveram um jogo de experimentação às cegas. Cada equipe montou um cardápio completo com base no que suas famílias costumam consumir. De olhos vendados, o desafio era provar o prato da equipe oponente, acertar quais alimentos o compunha e, a partir daí falar sobre os nutrientes de um.

           

“Às vezes, na sala de aula é muito corrido e não conseguimos trocar experiências ou conversar sobre a matéria com os colegas. Assim ficou muito mais fácil. Aprendemos observando o que o outro fez certo ou errado”.

Giulia Rocha, estudante.

 

          

Os integrantes do grupo que não estavam vendados podiam pesquisar as propriedades dos alimentos na apostila e na internet. “Não podemos negar que esta geração tem acesso a tudo na palma da mão. Incentivá-los a usar o celular de forma positiva é, também, um desafio do educador. A internet está aí cheia de informações e isso pode sim, somar ao trabalho de sala de aula”, defende do professor.

           

“O jogo foi um estímulo a mais para o estudo. Ninguém queria errar e perder pontos, assim todos se dedicaram. Fazer uma prova agora será bem mais fácil”.

Eduarda Correa, estudante

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Entendendo o ciclo da água

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O Certus adota anualmente uma lista de livros paradidáticos, que é dividida por série. Os temas são variados e, na educação infantil e ensino fundamental I, o objetivo vai além do incentivo à leitura, contribui uma base forte para trabalhar temas do currículo acadêmico.

Uma rica experiência foi o trabalho realizado pelos estudantes do 2º ano com o livro Bebel, a gotinha que caiu do céu, de Patrícia Engel Secco. Em sua obra a autora conta de forma divertida, a estória de uma gotinha em diversas fases que retratam o ciclo da água. 

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Para que os pequenos entendessem a mensagem, as professoras apostaram em atividades onde as crianças visualizassem este ecossistema acontecendo.

          

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Daria menos trabalho desenhar um esquema na lousa onde a água retida no solo evapora e retorna em forma de chuva para ser novamente absorvida pelas plantas. Mas no Certus o aluno aprende pela prática.

“Só a aula na lousa não teria o mesmo valor e eles apresentariam muita dificuldade de entender. Então o trabalho seria frustrante. Além do que, o nosso objetivo é que eles explorem e tenham experiências de verdade”, defendem Graziela Gualberto e Sabrina Martinez,

professoras do 2º ano da tarde.  

As educadoras optaram então, por um caminho bem mais interessante. Em uma primeira etapa os estudantes leram o livro e produziram um jogo interativo para absorver melhor o conteúdo teórico do ciclo da água.  A partir daí, as professoras propuseram a construção de um terrário, um ecossistema em miniatura onde toda a parte teórica pode ser aplicada na prática.

          

“Em casa as crianças pesquisaram sobre os terrários e trouxeram para a sala de aula tudo o que encontraram”, conta Graziela Gualberto.

 “Descobri o terrário mais antigo do mundo. Ele tem mais de 60 anos”, compartilha admirado Leonardo, estudante de 6 anos.

                           

O melhor momento foi a hora de colocar as mãos na terra. As turmas passaram um dia no pomar construindo seu próprio terrário.

“É muito legal tocar nas cascas de árvore, nas pedras e nas plantas. Na terra tinha até minhocas”, lembra Beatriz do 2º ano B2.

Os terrários ficam expostos nas salas de aula e por meio da observação e orientação das professoras os estudantes percebem a evaporação, precipitação, infiltração e transpiração, que são algumas etapas do ciclo da água, de forma natural e divertida.        

 

 

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Tem matemática no boliche!

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Para muitos adultos aprender matemática foi algo muito complicado. E a maneira como foram apresentados à disciplina tem grande responsabilidade neste contexto. Entretanto, é possível aprender sem causar traumas e até brincando! No Certus as crianças vivenciam isto desde cedo.

Entre muitas atividades incríveis, os estudantes do 2º ano B1 tiveram uma aula de matemática bem animada. Os pequenos trouxeram garrafas pet de casa e com elas, confeccionaram um jogo de boliche interativo.

          

“Foi superdivertido. Para decorarem as garrafas e deixarem o jogo pronto, soltaram a imaginação e colocaram a criatividade em prática. Eles adoram atividades em que possam confeccionar ou transformar alguma coisa”, revela Sabrina Martinez, professora da turma.

Depois de todos os pinos prontos, foi hora de brincar e vivenciar, na prática, aquilo que já tinham visto na sala de aula.

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Como o capítulo estudado na apostila do UNOi previa o estudo da adição, a atividade com o boliche foi toda canalizada para atingir este fim. “Foi muito divertido, estudamos e brincamos ao mesmo tempo”, lembra a estudante Isabela.

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Durante a confecção dos pinos, cada garrafa foi identificada com um número, que valia pontos. Para a brincadeira, a turma foi dividida em dois grupos e as jogadas eram intercaladas.

“A cada partida os estudantes precisavam somar os pontos do grupo com os números conquistados nos arremessos”, explica a professora.

       

Sem perceberem as crianças fizeram a soma mentalmente, compararam a pontuação dos grupos e brincaram. Foi uma diversão só.

Além do benefício pedagógico da matemática, a atividade fortaleceu e integrou a turma. “Aprendi a fazer as continhas de cabeça. E a melhor parte é que não importa quem ganha ou quem perde. O bom mesmo é se divertir”, ensina Melissa de 7 anos.

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Empoderamento Feminino em Pauta

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Por aqui sempre houve abertura para discussões de temas relacionados à igualdade entre os gêneros. Mas o gancho forte, vindo da sociedade e de movimentos feministas tem influenciado e ganhado muitos adeptos no ambiente escolar. Mais do que nunca, falar sobre empoderamento está na moda. Cada vez mais, estudantes apresentam propostas que colaboram para a conscientização e alerta em diversos aspectos.

 

E foi assim, com sugestões trazidas por elas, que transformamos a sala de dança em um ambiente acolhedor e sem críticas. Neste espaço, formamos uma enorme roda que acolheu mulheres do 8º ao 3º ano do ensino médio. “Ali discutimos a importância de recebermos o feminismo na escola, enquanto pauta de debate e ferramenta de quebra de paradigmas”, conta Paula Cintra, orientadora educacional.

Entre diversos temas, foram abordadas situações de machismo recorrentes, de sororidade e de relacionamentos abusivos, especialmente aqueles que acontecem entre amigas.

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“A demanda do encontro partiu de

um grupo de estudantes que

percebeu como algumas mulheres se

relacionavam entre si com xingamentos e humilhações”.

Paula Cintra – Orientadora Educacional

A conversa fluiu naturalmente e à medida que os depoimentos aconteciam, as garotas puderam perceber que situações de constrangimento e violência não são fatos isolados.

“Tive uma mistura de sensações: ao mesmo
tempo em que estava feliz por ter essa abertura,
me senti triste por perceber que a maioria
dos assuntos eram comuns a todas nós”.
Ivanna Santana, 2º médio.

 

As rodas de conversa fazem parte do trabalho pedagógico do Certus e acontecem semanalmente nas turmas a partir da educação infantil.

“É bom saber que a escola está aberta a este diálogo
e possui porta-vozes que falam a nossa língua, sem julgamentos.
Espero que outros encontros sobre diversos temas aconteçam”.
Marina Gonçalves, 3º médio. 

Oportunizar este bate-papo trouxe diversos benefícios pedagógicos e sociais, mais o principal deles foi a aproximação entre as estudantes. Perceber-se no lugar do outro pode ser uma ferramenta valiosa para transformar e fortalecer vínculos.

“Foi uma oportunidade incrível onde pudemos conversar e trocar experiências. Sobretudo, um momento de nos unirmos e nos ajudarmos”, lembra Gabrielle Plácido, 2º médio.

“Precisamos nos apoiar mais. Por meio de

encontros como este, percebemos o quanto

somos fortes, lindas e inteligentes. Aquele lindo brilho

de mulher corajosa está dentro de nós,

apenas devemos acreditar nele”.

Bianca Muniz, 2º médio. 

 

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ESTUDO DO MEIO | MANANCIAIS, REPRESA BILLINGS

By | 2018, Estudo do meio, Fundamental, Primeira Linha | No Comments

Alunos participam de trilha ecológica no SESC Interlagos e vivenciam no Estudo do Meio a importância de mantermos preservadas as áreas de mananciais da Represa Billings.

 Estudo do Meio ,  mananciais  –  Represa Billings 

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Falar sobre bacias hidrográficas, ecologia, biodiversidade, conservação ambiental, poluição e conflitos socioambientais pode ser maçante e pouco produtivo dentro da sala de aula. Entretanto, quando trazemos estes temas para a nossa realidade e os vivenciamos na prática, o aprendizado flui e o que antes era puramente teórico passa a fazer sentido em nossa rotina. A experiência é um aprendizado para a vida inteira e a melhor forma de conscientizar e ensinar sobre qualquer assunto.

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Nossa experiência foi muito legal
Aprendemos um pouco da história 
da Represa Billings e das árvores nativas.
Fizemos a coleta da água e foi incrível!

Pedro Luiz Ferreira – 7º ano A1

Pensando nisso, os professores Luciano Marinho, de geografia e Rogério Escribano, de ciências planejaram uma atividade interdisciplinar com o objetivo de aprofundar os estudos sobre: mananciais, clima, vegetação, fauna e flora, além da educação ambiental e a importância da preservação do bioma Mata Atlântica.

A melhor parte foi termos 
aprendido nos divertindo. 

Yasmin Husein dos Santos Zoghbi – 7º ano A2

Estudo do Meio - Mananciais, Represa Billings

 Estudo do Meio  |  Mananciais ,  Represa Billings 

O Estudo do Meio realizado no SESC Interlagos foi o cenário perfeito para este desenvolvimento e apoiados por guias e agentes ambientais o grupo participou de uma trilha às margens da Represa Billings onde puderam observar os impactos ambientais causados pela ocupação desordenada nas áreas de mananciais, além de entenderem a importância da preservação desses reservatórios para as gerações futuras.

Sesc Interlagos, Estudo do Meio

 Estudo do Meio  –  Sesc Interlagos 

Com a orientação do professor Rogério, o grupo colheu amostras da água da represa, e farão uma análise do material recolhido no laboratório bioquímico do colégio.

A programação incluiu ainda, uma visita à instalação Água Viva, que apresenta o tempo de degradação de alguns resíduos descartados na água.

Mananciais | A represa Billings é um dos maiores e mais importantes reservatórios de água de São Paulo. 

A atividade foi encerrada com um delicioso piquenique no bosque do SESC.

No dia da trilha estava
muito calor, mas quando entramos 
na mata, refrescou. É mesmo importante
preservarmos a natureza.

Wesley Moreira Duarte – 7º ano A2

O estudo do meio seguiu os preceitos dos estudos sobre educação ambiental, ecossistemas e biomas conforme o PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais), da educação fundamental, do MEC.

 

TAG: #EstudodoMeio #SESCInterlagos #Geografia #Ciências #Fundamental #EuVivoCertus #Grandesvoosnãoselimitam #aprenderaconviver #aprenderafazer #aprenderaconhecer #nóssomosunesco #Nóssomosasas #Euvivocertus #Nóssomosassim #ColégioemInterlagos #EscolaemInterlagos #EscolanaCidadeDutra #ColégionaCidadeDutra

 

Aprender a fazer - pilar da unesco vivenciado nas práticas pedagógicas do Certus

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Folclore é trabalho com caça ao tesouro tendo a lenda do Muiraquitã como tema em aula de português para alunos do Fundamental do Certus

FOLCLORE | CAÇA AO TESOURO DA LENDA MUIRAQUITÃ

By | 2017, Fundamental | No Comments

Uma experiência diferente do Folclore com jogo.

Folclore é trabalho com caça ao tesouro tendo a lenda do Muiraquitã como tema em aula de português para alunos do Fundamental do Certus
Com a lenda do Muiraquitã, professora de português cria uma atividade dinâmica para os alunos dos 6ºs anos.

Usamos a nossa imaginação

Ágatha Viana Drudi – 6º B

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Sandra Wakeha planejou sair do comum para trabalhar a data. Para isso, dividiu as salas em grupos e sugeriu a criação de um mapa. Cada turma desenvolveu as dicas do Caça ao Muiraquitã.

Antes, os alunos foram embasado com a leitura da lenda e um vídeo sobre a história do personagem, que deixou todos muito curiosos.

Folclore é trabalho com caça ao tesouro tendo a lenda do Muiraquitã como tema em aula de português para alunos do Fundamental do Certus
No processo, as regras estabelecidas era que as dicas deveriam ter personagem folclórico diferente e, portanto, pesquisar foi fundamental para retomar algumas lendas. “Legal, divertido. Aprendemos um pouco do folclore”, declarou a aluna Ana Luisa Alves Inês, do 6º B.

Gostei porque a gente se diverte
procurando as dicas para achar o Muiraquitã.

João Pedro Milberg – 6º ano A1


Cada grupo criou o próprio muiraquitã, com material escolhido. “Usamos nossa imaginação”, comenta a Ágatha Viana Drudi. Posteriormente, uma data foi agendada para a brincadeira. “Nesse segundo semestre eu quis sair das lendas comuns”, conta a professora. “Eles se interessaram bastante. Foi muito satisfatório ver o resultado”, conclui Sandra.

Folclore é trabalho com caça ao tesouro tendo a lenda do Muiraquitã como tema em aula de português para alunos do Fundamental do Certus

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TAG: #Folclore #Português #Lenda #Muiraquitã #Fundamental #EuVivoCertus #Grandesvoosnãoselimitam #Brincadeiramusical #aprenderaconviver #aprenderafazer #aprenderaconhecer #nóssomosunesco #Nóssomosasas #Euvivocertus #Nóssomosassim #ColégioemInterlagos #EscolaemInterlagos #EscolanaCidadeDutra #ColégionaCidadeDutra

Aprender a conviver - pilar da Unesco vivenciado nas práticas pedagógicas do Certus

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Estudo do meio possibilita aos alunos do Fundamental estudarem na prárticas as teorias de geografia, ciências e história no município de Bertioga da baixada santista de São Paulo

BERTIOGA | ESTUDO DO MEIO DE ECOSSISTEMAS

By | 2017, Destaque, Estudo do meio, Fundamental | No Comments

Turmas do Fundamental viajam para o município pertencente a baixada santista do estado de São Paulo.


A experiência foi uma oportunidade para alunos estudarem na prática a importância da preservação dos ecossistemas litorâneos dos ambientes naturais e os fatores bióticos e abióticos.

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Realizada na Trilha da Água e Forte de São João, a saída pedagógica proporcionou situações diversificadas aos alunos. Unindo as disciplinas de geografia, ciências e história, com a presença de professores o trabalho expandiu sua aplicação para a compreensão do turismo sustentável e educação ambiental.

Nunca tinha ido a um manguezal
e entrar nesse lugar foi uma experiência fantástica.
Estou muito feliz.

Heitor Sampaio – 6º ano A1

Iniciada com uma trilha em meio ao manguezal em que os estudantes puderam ter contato com a biodiversidade da região, bem como os aspectos do clima, relevo e vegetação, o percurso da caminhada prosseguiu até a encosta da serra do mar, chegando a uma cachoeira.

Na volta, o grupo atravessou o rio Itapanhau de barco em direção à Praia do Forte. A fauna e flora se destacaram na observação de campo, como as vegetações litorâneas restinga.

Estudo do meio possibilita aos alunos do Fundamental estudarem na prárticas as teorias de geografia, ciências e história no município de Bertioga da baixada santista de São Paulo
O Forte de São João – construído pelos portugueses no século XVI, foi visitado. Considerado o mais antigo do Brasil com objetivo de defender a região de possíveis invasores, no espaço há um pouco da história do município de Bertioga. 

Estudo do meio possibilita aos alunos do Fundamental estudarem na prárticas as teorias de geografia, ciências e história no município de Bertioga da baixada santista de São Paulo

Após a visita ao forte os alunos tiveram explicações sobre o ecossistema marítimo com atividades monitoradas. O estudo encerrou com compras de lembranças na feira de artesanatos da região. 

O passeio foi genial,
aprendi na prática
o que os professores me mostraram
na sala de aula.

Heitor Sampaio – 6º ano A1

O estudo do meio seguiu os preceitos dos estudos sobre educação ambiental, ecossistemas e biomas conforme o PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais), da educação fundamental, do MEC.

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TAG: #EstudodoMeio #Bertioga #Geografia #Ciências #História #Fundamental #EuVivoCertus #Grandesvoosnãoselimitam #Brincadeiramusical #aprenderaconviver #aprenderafazer #aprenderaconhecer #nóssomosunesco #Nóssomosasas #Euvivocertus #Nóssomosassim #ColégioemInterlagos #EscolaemInterlagos #EscolanaCidadeDutra #ColégionaCidadeDutra

Aprender a fazer - pilar da unesco vivenciado nas práticas pedagógicas do Certus

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