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CIDADANIA | PARLAMENTO JOVEM 2018

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O projeto é uma iniciativa da Prefeitura de São Paulo, que visa dar chance aos alunos da rede pública e privada de vivenciarem um dia no legislativo exercendo o cargo de Vereador Jovem.

Para isso acontecer, os estudantes devem preparar um projeto de lei com base nos Partidos temáticos: Natureza, Segurança Urbana, Saúde, Educação, Assistência Social entre outros. Os 55 melhores e mais originais têm os seus autores premiados e titulados como Vereador Jovem Paulistano. Esses estudantes desempenham a função por um dia, com direito a: sessão plenária, diplomação e defesa de seu projeto de lei na tribuna da Câmara Municipal. Além disso, o Vereador Jovem poderá também votar nas propostas de outros estudantes, em um exercício de democracia e cidadania.

O professor Luciano Marinho é padrinho do Parlamento Jovem no Certus. Aqui, estudantes do 8º e 9º ano podem participar apresentando ideias inovadoras. Em 2018 tivemos 15 inscritos, a seletiva para saber qual projeto representaria o colégio na Câmara Municipal foi realizada na primeira quinzena de agosto. 

“Tivemos argumentos incríveis os estudantes surpreenderam”.

Luciano Marinho, professor.

 

 

Os candidatos fizeram a leitura e defesa de suas propostas e uma banca examinadora composta por diretores, coordenadores e funcionários do Certus, elegeram o projeto da estudante Victoria Robelia do 8º ano A1. Sua sugestão para o partido da Saúde estabelece gratuidade em eventos e atrações culturais/artísticas a todos os doadores de sangue da cidade. Segundo a estudante, a ideia visa estimular as doações no Município de São Paulo.

 

VEJA O ÁLBUM DE FOTOS

Agora é torcer para que Victoria consiga uma das cadeiras no Parlamento Jovem 2018. Vale lembrar que em 2017 nosso estudante Thalles de Assis conquistou uma das vagas.

“Todos os projetos foram muito ricos! Os estudantes se dedicaram nessa produção. Nossa vontade era levar todos eles, mas tivemos que escolher apenas um. Seria muito legal se os nossos governantes nos representassem assim na câmara”

Wilma Soares, Coordenadora do Ensino Fundamental I  

Conheça os 15 projetos de lei apresentados:

ALICE SOPHIA CATIONI 8º ANO A2

ANA CAROLINA SILVA TAKEKOSHI 8º ANO A2

ANNA ELIZA MEDEIROS 9º ANO A1 E MILENA ZAGO 8º ANO A2

ELISA AMARAL 9º ANO A1

GIOVANNA ROCHA DOS SANTOS 9º ANO A1

GUILHERME FREITAS SUPERBI 9º ANO A2

GUSTAVO SANTOS HENRIQUES 9º ANO A1

JORGE HENRIQUE DUTRA SANTANA 8º ANO A1

MARIANA PINHEIRO DE SOUZA 9º ANO A2

MAYARA FRAUZINO DOS SANTOS 9º ANO A1

MICHELLY FREITAS CASTRO 8ºANO A2

PEDRO HENRIQUE CALDEIRA CARDOSO VILAR 8º ANO A1

PIETRA PRECIOSO FIGUEIREDO ALVES 9º ANO A2

THALLES VICTOR DE ASSIS ROCHA 9º ANO A1

VICTORIA ROBÉLIA MUÑOZ MARANHÃO 8º ANO A1

 

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CIDADANIA | PARLAMENTO JOVEM PAULISTANO

Thalles de Assis, aluno do 8º Ano do Fundamental do colégio Certus é eleito vereador jovem e vai a câmara municipal de São Paulo para votação do projeto de lei no Parlamento Jovem Paulistano

Thalles de Assis, do Fundamental do Certus é eleito vereador jovem por um dia na câmara municipal de São Paulo.

 
 

NO LABORATÓRIO | AS BACTÉRIAS

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Pode não parecer, mas as bactérias estão em todos os lugares. No entanto, o contato com microrganismos pode ocorrer de forma positiva e indispensável à vida, ou bastante negativa, neste caso, tendo efeito prejudicial à saúde.

O estudo das bactérias é um dos conteúdos do 7º ano e a melhor forma de aprender sobre elas é no laboratório bioquímico. Dessa forma os estudantes conheceram todas as informações que envolvia o tema e foram motivados a desenvolverem uma técnica conhecida como “cultura bacteriana”. Sob orientação do professor Rogério Escribano de Ciências, cada dupla preparou seu próprio meio de cultura e assim, divididos em duplas, saíram pelo colégio para coletar amostras nas mesas, maçanetas, pátio, playground, banheiros, armários, celulares, teclados, mouses. Enfim, qualquer lugar!

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“Muito divertido coletar as bactérias pelo colégio. E a melhor parte de tudo isso, foi poder compartilhar o que eu aprendi com outras pessoas”.

Pedro Henrique Alves de Souza

    

Após a contaminação na Placa de Petri, as amostras ficaram armazenadas por uma semana, aguardando a próxima aula, quando seria feita a análise microscópica do material. Por meio desta prática, os estudantes puderam identificar as bactérias e promover alguns experimentos a fim de isolá-las. Para isso, utilizaram produtos de limpeza, entre eles: álcool, água sanitária e o cloro. Com isso foi possível estudar sobre as características específicas de cada microrganismo e observar quais eram os materiais corretos para eliminá-los.

   

  

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“Visualizar as bactérias no microscópio foi demais! Além disso, perceber como é difícil eliminá-las me chamou a atenção”.

Maria Eduarda Gonçalves, 7º ano B1

  

Veja o álbum de fotos

“Após a realização desta atividade os estudantes concluíram que objetos normais, de uso recorrente possuem variados tipos de bactérias, que em condições propícias podem desenvolver e até provocar doenças. Observaram ainda, que é possível visualizar a olho nu as bactérias em colônia, após algum tempo de encubação”, conclui Rogério Escribano, professor de Ciências.

  

Munidos de toda essa informação os estudantes ofereceram uma palestra para a equipe responsável pela limpeza e manutenção do colégio. Na apresentação explicaram tudo o que tinham aprendido sobre as bactérias e ensinaram aos colaboradores a melhor forma de efetuar a limpeza dos ambientes e eliminá-las.

“Fiquei surpresa quando mostraram a quantidade de bactérias que haviam encontrado em uma simples maçaneta. Não imaginava que isso fosse possível. Também gostei da maneira como explicaram pois ficou muito claro. É impressionante como as crianças podem saber de tantas coisas importantes!”

Marcilene Messias, auxiliar de limpeza.

 

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Veja também:

Estudantes do 9º ano A2, produzem pilha e ligam uma calculadora usando apenas: uma batata, moedas de cobre e clipes de zinco. 

https://www.instagram.com/p/BlxlhXoHAg3/?taken-by=colegiocertus

 

 

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Espanhol com Música | Por dentro do idioma

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O espanhol que vem, pouco a pouco, ganhando espaço nas escolas e nas relações de trabalho e comunicação entre os povos. O idioma tem, normalmente, uma boa identificação com os estudantes brasileiros pois, apesar de suas especificidades, a sonoridade e alguns aspectos que o constituem assemelham-no à língua portuguesa. No entanto, o estudo da língua estrangeira precisa cativar o aluno. Uma forma significativa de fazer isso, é aproximando o novo conteúdo de textos que circulam socialmente dentro do repertório dos adolescentes.

“A música possibilita que o aluno se reconheça e seja sujeito de sua própria aprendizagem pois estabelece afinidade com o conhecido, neste caso: as melodias que ele já teve contato anteriormente. Utilizar este conhecimento para direcionar atividades que podem ser realizadas é uma forma de disseminar o saber”.

Patrícia Salgado, professora de Inglês.

Espanhol com Música

A língua espanhola vem ganhando espaço nas relações de trabalho e comunicação entre os povos. O idioma tem uma boa identificação com os estudantes pois, apesar de suas especificidades, a sonoridade e alguns aspectos que o constituem assemelham-no à língua portuguesa. No entanto, o estudo da língua precisa cativar o aluno e uma forma significativa de fazer isso é aproximando o conteúdo teórico de textos que circulam socialmente dentro do repertório dos adolescentes.Entendendo este contexto, a professora Patrícia Salgado de espanhol propôs aulas práticas que utilizam a música de forma dinâmica. “O uso desta ferramenta facilita a apropriação do vocabulário, a prática auditiva, oral e a pronúncia, afim de uma compreensão mais abrangente e de uma análise crítica do contexto e da produção das informações que a canção apresenta. O entendimento dos aspectos linguísticos e dos elementos gramaticais contribuem para que a letra ganhe sentido e significado”, explica a educadora.#euvivocertus #nossomosasas #espanhol #espanholcommusica #Corazón #Túmepartisteelcorazón

Publicado por Certus Colégio em Quarta-feira, 1 de agosto de 2018

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Entendendo este contexto, a professora Patrícia Salgado de espanhol propôs neste trimestre a atividade avaliativa auditiva de espanhol por meio do gênero textual musical.

A musicalidade é intrínseca ao ser humano. Nosso corpo, por exemplo, tem vários sons e ritmos que o mantêm vivo e em constante movimento: as batidas do coração, nossa respiração e o trabalho orquestrado dos órgãos são algumas funções que fazem a máquina humana ter pulsação e vida.

“A música como elemento educativo no trabalho com gêneros textuais permite-nos muitas possibilidades de atividades que oportunizam ao estudante um contato dinâmico e prazeroso com a nova língua. O uso desta ferramenta facilita a apropriação do vocabulário, a prática auditiva, oral e a pronúncia, afim de uma compreensão mais abrangente e de uma análise crítica do contexto e da produção das informações que a canção apresenta. O entendimento dos aspectos linguísticos e dos elementos gramaticais contribuem para que a letra da canção ganhe sentido e significado”,

explica a educadora.

Tudo que parece comum ao cotidiano pode contribuir para ampliar o conhecimento e facilitar o aprendizado em relação aos conteúdos e conceitos que devem ser elaborados, possibilitando que a prática aconteça de forma natural. Utilizar este método no ensino de uma língua estrangeira é, extremamente, importante para que esta assimilação se efetive.

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COMO O TEATRO PODE SER UMA RICA FERRAMENTA PARA O APRENDIZADO 

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Horta | Cuidados com o Solo

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Educar as crianças não é apenas ensinar a ler e a escrever. É preciso dar a elas condições para que saibam pensar por si mesmas, distinguir o certo do errado e fazer opções conscientes, pois no futuro precisaremos de pessoas instruídas e capazes de ter discernimento para, por exemplo, saber que as plantas precisam de nutrientes e que, sem eles, a quantidade disponível de alimentos no mundo não será suficiente para garantir saúde e vida para toda a população.

Desta forma, os cuidados com a horta, desde o tratamento do solo à colheita, fazem parte do trabalho pedagógico desenvolvido no Certus. Assim como a construção precisa de uma fundação segura e de um alicerce bem firme, o bom tratamento da terra é a base para garantirmos que a horta produza alimentos orgânicos de qualidade. É através do solo fértil que as plantas adquirem os nutrientes necessários para crescerem.

Nossa horta precisava receber esta recauchutada de vitaminas. E como aqui tudo é experiência, os estudantes do 3º e 4º anos foram responsáveis por esta renovação.

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Seguindo as instruções do professor Robson Zago, de ciências e biologia, as crianças depositaram o Húmus e acompanharam todo este processo.

O húmus minhoca, que foi utilizado, é um tipo de fertilizante natural, afinal queremos garantir que os alimentos produzidos em nosso espaço não contenham produtos sintéticos ou agrotóxicos.

         

“Não tive medo nem nojo das minhocas porque eu já tinha visto algumas na caso do meu avô”

Manuella, 3º ano B2

As crianças manusearam a terra e aprenderam sobre a importância das minhocas neste processo.

   

  

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“Eles literalmente colocaram a mão na massa! Misturaram a terra com o fertilizante para que o solo ficasse rico em nutrientes. Neste momento eles encontraram várias minhocas; falamos sobre sua importância, por exemplo, na produção do húmus e nos túneis que elas cavam, que permitem a entrada de água”.

Robson Zago, professor

  

Veja o álbum de fotos

Curiosidade

As minhocas se alimentam de pequenas pedras contendo nutrientes e, após consumirem, criam uma espécie de “pasta” que melhora a qualidade da espessura do solo.

Além disso, elas levam ar à superfície e acabam arejando o solo, quando passam pelos túneis subterrâneos criados por elas.

Assista para saber mais!

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Gêneros Textuais | A linguagem do teatro

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Com o objetivo de trabalhar a leitura a partir do livro paradidático Soul Love – À Noite o Céu é Perfeito, de Lynda Waterhouse, adotado pelas turmas do 9º ano; a professora Ingrid Cristina decidiu criar uma vivência interdisciplinar que envolvesse a língua portuguesa e o teatro. Uma rica oportunidade onde os estudantes pudessem experimentar todos os passos da adaptação de um livro para uma peça teatral.

      

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“Durante o processo, os alunos despertaram muitas habilidades diferentes, usando aquilo que já sabiam e ganhando conhecimento no que era novo, adquirindo assim, mais ferramentas para sua bagagem cultural. Foi possível perceber em muitos estudantes, aptidões desconhecidas e o prazer em sua própria criação”. 

Ingrid Cristina, professora de Língua Portuguesa.

   

Clique aqui para ver o álbum de fotos

A atividade foi iniciada com a leitura da obra, que conta a história de Jenna, uma garota-problema que é obrigada pela mãe a passar uma temporada na casa de sua tia Sarah, depois de ter aprontado poucas e boas no colégio. “Após a leitura fizemos uma roda de conversa com disfunções a respeito das diversas transformações que são vividas na idade deles. Também falamos do quão importante é estabelecer conexões de respeito e empatia com a família e amigos”, destaca a professora. A partir daí, a proposta foi lançada: produzir uma peça teatral baseada no livro e focada nas experiências da protagonista.

“As rodas de conversa foram muito importantes para a nossa organização. Tivemos que assumir a responsabilidade de colocar em prática tudo que combinamos e isso foi muito desafiador”

Anna Oliveira, estudante. 

   

Para facilitar a produção, as turmas foram organizadas em grupos e a primeira tarefa das equipes foi selecionar os capítulos mais importantes para a produção do roteiro, a atividade recebeu um prazo de entrega e um feedback com orientações para a representação no palco.

     

Os ensaios e correções eram realizados durante as aulas de Língua Portuguesa. E então, o segundo desafio: planejar cenário, figurino e som. Os estudantes se empenharam e com tudo pronto a apresentação foi marcada no auditório do colégio.  Os grupos apresentaram-se para toda a turma.

“Foi muito divertido pensar em tudo que precisava ser feito: figurinos, expressões e pequenos detalhes. Ah, também foi incrível interpretar a Jenna. Ela é uma pessoa com experiências de vida diferentes, que talvez eu não soubesse lidar”.

Lívia Cintra, estudante.

Muito mais que trabalhar a linguagem e gêneros textuais, a atividade proporcionou percepção de responsabilidade.

“Assumir o palco como transmissor de uma mensagem exige isso. Este conteúdo será ouvido, portanto, deve ser levado a sério e dito com clareza. Por isso, o peso do que falamos e do que somos ganha mais significado”, completa a educadora. 

 

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Aprender a Conhecer | No tempo dos castelos

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O período de alfabetização e ingresso no Ensino Fundamental I exige certo encantamento. Os pequenos estudantes precisam ser incentivados a receber os conteúdos de forma lúdica, como se estivessem envolvidos por uma brincadeira. Extrair o melhor de cada um, desta forma, é um desafio que o Certus acredita e trabalha, diariamente, para realizar. 

Um dos exemplos desta prática foram as atividades realizadas pelas turmas do primeiro ano. Durante os estudos do Caderno 1 do Projeto Unoi e embasados pelos pilares da UNESCO – Aprender a Conhecer, Aprender a Fazer, Aprender a Ser e Aprender a Conviver – ,  os estudantes se depararam com temas relacionados aos príncipes, princesas, arquitetura dos castelos e às músicas medievais. Este universo encanta as crianças e o retorno pedagógico é visível, sem perceber eles aprendem história, matemática e são alfabetizados num clima de conto de fadas.

   

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“Foi a primeira vez que estudei sobre a vida em um castelo. Gostei muito”.

Ana Júlia, 1º ano B3

   

Veja o álbum de fotos:  Castelos de SucataChá Real.

Os castelos apareceram em diferentes disciplinas e situações. Como era a arquitetura destas construções, a vida e os costumes das pessoas que o habitavam, como funcionava a disposição dos cômodos, a alimentação dos moradores. O estudante aprendeu todo conteúdo, envolvido por esta energia quase mágica!

A fim de tangibilizar e transformar a teoria em experiência, as professoras propuseram duas atividades muito divertidas e enriquecedoras: a construção de um Castelo de Sucata e o Chá Real.

Em casa cada estudante deveria construir um castelo com sua família. As maquetes foram trazidas para o colégio onde houve uma exposição para outras turmas do Ensino Fundamental I. Os trabalhos também ficaram expostos durante a Vivência Pedagógica e todos puderam ver o que as turmas construíram.

       

“Os castelos ficaram lindos. Dá vontade de entrar para brincar dentro deles”

Maria Eduarda, 1º ano A1

              

Para finalizar em grande estilo, foi feito o Chá Real, um momento dedicado a vivenciar o que já havia sido estudado.

“Gostei da decoração. Parecia uma festa”

Augusto, 1º ano B2

 

No dia marcado para o chá, estudantes e professoras cuidaram da ambientação do espaço e as famílias enviaram a alimentação que comporia o cardápio. Para que tudo parecesse ainda mais real, todos estavam fantasiados de príncipes e princesas.

“Dançamos músicas medievais, usamos coroas e degustamos de um verdadeiro chá real”, lembra Tatiane Oliveira, professora.

“A dança foi a melhor parte. É muito diferente das de hoje”

Isadora, 1º ano B1

“O momento de receber a coroa foi muito emocionante”

Rafaella, 1º ano A2

“Usar a fantasia e dançar com o príncipe foi muito legal”

Maria Cecília, 1º ano A1.

Imaginação e diversão rolaram soltas, a vivência trouxe um grande significado para os estudos teóricos.

“Proporcionar interação entre ao turmas foi ainda mais enriquecedor. Pois contribui tanto no pedagógico quanto no social, estabelecendo momentos de escolhas e aprendizagem que estão sempre na rotina da nossa filosofia educacional”.

Ana Paula Bertolino, Tatiane Oliveira e Maria Amorim, professoras.

 

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Conhecendo os nutrientes e a química dos alimentos

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Quem viu a turma do 8º ano da tarde no pátio, podia até imaginar que os estudantes se preparavam para jantar. Entretanto, a organização dos pratos, anteriormente preparados em casa, fazia parte de uma atividade que visava um ensino contextualizado e mais motivador que o tradicional. A apostila propunha o estudo da pirâmide alimentar, das vitaminas, carboidratos, lipídios, proteínas e sais minerais.

“Entender este conteúdo é fundamental para a vida dos estudantes. Não é só uma questão de tirar nota ou ir bem na prova. Existe uma preocupação real da população em fazer uma alimentação saudável e equilibrada. Mas para isso é preciso entender os nutrientes e como utilizá-los de forma positiva”, alerta Rogério Escribano, professor de ciências.

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Em sala, os alunos estudaram os nutrientes e os grupos alimentares. Entretanto, para que este conteúdo fosse melhor assimilado, promoveram um jogo de experimentação às cegas. Cada equipe montou um cardápio completo com base no que suas famílias costumam consumir. De olhos vendados, o desafio era provar o prato da equipe oponente, acertar quais alimentos o compunha e, a partir daí falar sobre os nutrientes de um.

           

“Às vezes, na sala de aula é muito corrido e não conseguimos trocar experiências ou conversar sobre a matéria com os colegas. Assim ficou muito mais fácil. Aprendemos observando o que o outro fez certo ou errado”.

Giulia Rocha, estudante.

 

          

Os integrantes do grupo que não estavam vendados podiam pesquisar as propriedades dos alimentos na apostila e na internet. “Não podemos negar que esta geração tem acesso a tudo na palma da mão. Incentivá-los a usar o celular de forma positiva é, também, um desafio do educador. A internet está aí cheia de informações e isso pode sim, somar ao trabalho de sala de aula”, defende do professor.

           

“O jogo foi um estímulo a mais para o estudo. Ninguém queria errar e perder pontos, assim todos se dedicaram. Fazer uma prova agora será bem mais fácil”.

Eduarda Correa, estudante

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Entendendo o ciclo da água

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O Certus adota anualmente uma lista de livros paradidáticos, que é dividida por série. Os temas são variados e, na educação infantil e ensino fundamental I, o objetivo vai além do incentivo à leitura, contribui uma base forte para trabalhar temas do currículo acadêmico.

Uma rica experiência foi o trabalho realizado pelos estudantes do 2º ano com o livro Bebel, a gotinha que caiu do céu, de Patrícia Engel Secco. Em sua obra a autora conta de forma divertida, a estória de uma gotinha em diversas fases que retratam o ciclo da água. 

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Para que os pequenos entendessem a mensagem, as professoras apostaram em atividades onde as crianças visualizassem este ecossistema acontecendo.

          

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Daria menos trabalho desenhar um esquema na lousa onde a água retida no solo evapora e retorna em forma de chuva para ser novamente absorvida pelas plantas. Mas no Certus o aluno aprende pela prática.

“Só a aula na lousa não teria o mesmo valor e eles apresentariam muita dificuldade de entender. Então o trabalho seria frustrante. Além do que, o nosso objetivo é que eles explorem e tenham experiências de verdade”, defendem Graziela Gualberto e Sabrina Martinez,

professoras do 2º ano da tarde.  

As educadoras optaram então, por um caminho bem mais interessante. Em uma primeira etapa os estudantes leram o livro e produziram um jogo interativo para absorver melhor o conteúdo teórico do ciclo da água.  A partir daí, as professoras propuseram a construção de um terrário, um ecossistema em miniatura onde toda a parte teórica pode ser aplicada na prática.

          

“Em casa as crianças pesquisaram sobre os terrários e trouxeram para a sala de aula tudo o que encontraram”, conta Graziela Gualberto.

 “Descobri o terrário mais antigo do mundo. Ele tem mais de 60 anos”, compartilha admirado Leonardo, estudante de 6 anos.

                           

O melhor momento foi a hora de colocar as mãos na terra. As turmas passaram um dia no pomar construindo seu próprio terrário.

“É muito legal tocar nas cascas de árvore, nas pedras e nas plantas. Na terra tinha até minhocas”, lembra Beatriz do 2º ano B2.

Os terrários ficam expostos nas salas de aula e por meio da observação e orientação das professoras os estudantes percebem a evaporação, precipitação, infiltração e transpiração, que são algumas etapas do ciclo da água, de forma natural e divertida.        

 

 

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Matemática | Construindo uma Ponte de Palitos

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A atividade interdisciplinar, que envolveu o estudo de Artes e Matemática, foi idealizada para trabalhar o triângulo como forma rígida nas estruturas. Contemplando o conteúdo do material didático, com as quatro operações: escala, comprimento, planta e medidas. Dessa forma, os alunos foram desafiados a construírem uma ponte com palitos de sorvete de madeira.

 

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Os estudantes vivenciaram o tema de forma lúdica, debatendo opiniões e construindo possibilidades nas discussões. 

Todas as etapas do projeto, desde a pesquisa dos conceitos aplicados, esboço, croqui e construção da maquete foram desenvolvidos pelos adolescentes.

“O projeto foi muito legal, mas ao mesmo tempo foi muito difícil. Havia muita discussão, para conseguirmos fazer alguma coisa. No final votávamos e nos entendiamos, mas este processo foi muito delicado”. Mariana Gomes Andrade e Silva, 5º ano B1 

 

Clique aqui para ver o álbum de fotos

No início do projeto houve uma apresentação das pontes com triângulos no Brasil e no mundo. Cada turma foi dividida em dois grupos. Individualmente desenharam a que mais gostaram no caderno, depois disso o grupo deveria escolher duas ilustrações para serem colocadas em sulfite e por fim uma que seria projetada em palitos.

“Uma parte do grupo reproduziu o esboço em cartolina e colocou os conceitos trabalhados em aula, explicando o desenho. Os demais estudantes participavam do grupo de pesquisa para complementar informações e responder as dúvidas que surgiam no processo”, lembra Wagner Gonçalves, professor.

Durante o processo os estudantes criaram oportunidades de discutir os problemas colocando os pontos de vista para o grupo. Neste momento a aceitação da opinião dependia em saber argumentar com qualidade e expor a ideia sem imposição. Essa etapa foi muito importante para a convivência do grupo.

 

“Foi muito difícil, mas conseguimos. Mostramos no projeto a importância do triangulo como forma geométrica rígida”. Raul Leite, 5º ano B1.

 

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Tem matemática no boliche!

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Para muitos adultos aprender matemática foi algo muito complicado. E a maneira como foram apresentados à disciplina tem grande responsabilidade neste contexto. Entretanto, é possível aprender sem causar traumas e até brincando! No Certus as crianças vivenciam isto desde cedo.

Entre muitas atividades incríveis, os estudantes do 2º ano B1 tiveram uma aula de matemática bem animada. Os pequenos trouxeram garrafas pet de casa e com elas, confeccionaram um jogo de boliche interativo.

          

“Foi superdivertido. Para decorarem as garrafas e deixarem o jogo pronto, soltaram a imaginação e colocaram a criatividade em prática. Eles adoram atividades em que possam confeccionar ou transformar alguma coisa”, revela Sabrina Martinez, professora da turma.

Depois de todos os pinos prontos, foi hora de brincar e vivenciar, na prática, aquilo que já tinham visto na sala de aula.

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Como o capítulo estudado na apostila do UNOi previa o estudo da adição, a atividade com o boliche foi toda canalizada para atingir este fim. “Foi muito divertido, estudamos e brincamos ao mesmo tempo”, lembra a estudante Isabela.

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Durante a confecção dos pinos, cada garrafa foi identificada com um número, que valia pontos. Para a brincadeira, a turma foi dividida em dois grupos e as jogadas eram intercaladas.

“A cada partida os estudantes precisavam somar os pontos do grupo com os números conquistados nos arremessos”, explica a professora.

       

Sem perceberem as crianças fizeram a soma mentalmente, compararam a pontuação dos grupos e brincaram. Foi uma diversão só.

Além do benefício pedagógico da matemática, a atividade fortaleceu e integrou a turma. “Aprendi a fazer as continhas de cabeça. E a melhor parte é que não importa quem ganha ou quem perde. O bom mesmo é se divertir”, ensina Melissa de 7 anos.

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