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Aprenda como ensinar seus filhos sobre o consumo consciente

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Não é raro que crianças peçam vários produtos quando saem com os pais. Elas têm uma noção muito forte do aqui e do agora e, por isso, não se preocupam se aquele brinquedo será usado daqui a dois dias.

Se realmente ganhassem tudo que pedem, as consequências seriam enormes. Não somente ao psicológico dos pequenos, mas também ao meio ambiente – haveria gasto excessivo de água para produzir todos esses itens que, mais tarde, gerariam muito lixo.

Para que o cenário acima não vire realidade, existe o consumo consciente. Ele se refere ao uso não só de produtos, mas de bens naturais, com o pensamento de evitar desperdícios. Assim, o impacto é menor e as finanças domésticas agradecem. Como garantir, então, que a mais nova geração aprenda sobre o assunto? Confira!

Seja o exemplo

Trata-se do primeiro passo para que seus filhos absorvam esse conhecimento. Eles se espelharão em você para aprender a consumir. E precisarão fazer isso, pois uma pesquisa realizada pelo SPC em 2017 relatou que 72% dos brasileiros não são consumidores conscientes.

Ou seja, boa parte da influência externa vai na contramão da transformação das crianças em futuros adultos conscientes.

Envolva as crianças nas finanças domésticas

Leve-as para as compras, peça ajuda para analisar de quais produtos vocês realmente precisam e quais são supérfluos. Explique sobre as contas do mês e a importância de ter dinheiro sobrando para pagá-las.

Aproveite para conferir se o colégio do seu filho oferece educação financeira entre as matérias. Assim, ele pode adquirir esse conhecimento fora de casa também.

Incentive atividades que não envolvam gastar dinheiro

Isso faz com que as crianças não associem diretamente diversão com fazer compras.

Incentive-as a brincar com os amigos, ler ou desenhar. Além disso, na medida do possível, evite que seu filho seja exposto a publicidade excessiva e a desenhos que incentivem consumismo. As crianças são facilmente influenciadas pelo que assistem na TV.

Destaque o valor emocional dos presentes

Isso é válido tanto para prendas maiores e caras como para pequenas, como balas, álbuns de figurinhas e revistinhas. Converse com a criança a respeito do valor emocional do que ela acabou de receber – por exemplo, “mamãe comprou essas balas porque lembrou de você”.

Assim, ela não associa aquilo à rotina, a algo que deve ter sempre ou a determinado item que exige troca frequente para se manter atualizado.

Converse sobre desperdício

Para além dos bens de consumo materiais, pense junto com seu filho sobre outros tipos de produtos adquiridos e desperdiçados todos os dias. São bons exemplos:

  • a comida que sobrou no prato e tem que ir para o lixo;
  • o chocolate escondido no armário para não ser dividido com ninguém, que ficou lá até passar da data de validade;
  • o banho longo com água quente em um dia de calor.

Reflita junto com a criança a respeito de como pequenas ações de economia podem mudar o mundo. Se todos os brasileiros deixassem de jogar comida fora, por exemplo, quanto seria poupado? Afinal, só no Brasil, 41 mil toneladas de alimentos são desperdiçadas por ano.

Tudo isso colabora para que a nova geração não tenha problemas com consumismo. Deste modo, menos lixo será produzido e menos produtos serão desperdiçados, tornando nosso planeta mais ecológico.

Há alguma dica ou experiência que você queira compartilhar conosco sobre consumo consciente? Concorda com o conteúdo do artigo? Comente abaixo!

O que levar em consideração para escolher a escola para os filhos?

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O que é indispensável em um bom colégio? Quais critérios levar em consideração? A opinião da criança deve sobressair-se à dos pais? É natural surgirem dúvidas no momento de escolher escola para os filhos. Você quer que ele tenha acesso ao melhor, sem deixar de lado as particularidades dele, não é mesmo?

Para ajudar os pais nessa tarefa, reunimos a seguir alguns itens que devem ser analisados antes de bater o martelo. Afinal de contas, não vale a pena correr o risco de matricular o seu filho em uma instituição de ensino defasada, que não seja capaz de despertar o melhor do seu pequeno. Continue a leitura e esclareça as suas dúvidas!

Conheça a proposta pedagógica

Enquanto alguns colégios priorizam uma abordagem mais tradicional, outros já seguem um método inovador. Existem também aqueles que optam por uma linha mais religiosa. Esses são apenas alguns exemplos.

Fato é que, atualmente, existe um leque extenso de linhas pedagógicas e detalhe: não há um certo ou errado. Os pais, nesse sentido, devem solicitar uma explicação para os educadores, entendendo claramente a proposta da instituição de ensino.

O recomendado é escolher um colégio que compartilhe uma visão semelhante à da família e também do estudante.  Em outras palavras, opte por uma instituição com a qual haja uma identificação de valores e princípios. Isso vai tornar o processo de adaptação mais simples e fácil.

Avalie a infraestrutura para escolher escola para os filhos

As crianças e adolescentes passam parte considerável do dia dentro do colégio. Por isso, nada mais sábio do que optar por uma instituição que apresente uma infraestrutura diferenciada. 

Verifique, por exemplo, se a escola oferece quadras de esportes e salões para atividades extracurriculares. Além disso, observe também a condição da sala de aula e dos demais espaços, como cantina e banheiro. Lembre-se, aqui, que cada detalhe faz toda a diferença. 

Analise o conteúdo do material didático

Outro ponto que deve ser levado em consideração ao escolher o colégio para os filhos é o material didático adotado. Analise o conteúdo dos livros, garantindo que ele é realmente apropriado e de qualidade. 

Mas não pare por aí. É importante também analisar o corpo docente. Afinal, são eles que vão ter contato direto com o seu filho, sendo responsáveis não só pela transmissão do conhecimento, mas também por ajudar a formar a visão de mundo da criança. 

Investigue a reputação do colégio

Antes de tomar a decisão, vale a pena também procurar referências sobre o colégio. Qual a opinião dos alunos e pais sobre a instituição? Como ela é vista na comunidade? Quais as avaliações feitas na internet? Leve em consideração todas essas questões. Assim, você terá uma noção mais abrangente da instituição.

Acredite: ao ter atenção a esses pontos, existe grande chance de você fazer uma escolha acertada, matriculando os seus filhos em uma instituição de ensino que é referência na área e, claro, respeita as individualidades de cada estudante e está de acordo com a visão de mundo da família.

Agora que já sabe o que levar em consideração para escolher escola para os filhos, que tal entrar em contato com a gente? Será uma satisfação apresentar os diferenciais do colégio Certus para você.

Saiba como identificar a dificuldade de aprendizagem em seu filho

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A dificuldade de aprendizagem é mais comum que muitas pessoas imaginam. Embora aconteça com graus bem distintos, essa realidade não está distante das nossas escolas e, por consequência, dos nossos filhos.

Ainda assim, nem sempre é fácil perceber os sinais que indicam as dificuldades. Foi pensando nisso que criamos este conteúdo com os principais indícios e ainda como ajudar seu filho a superar esse problema.

Para entender mais sobre o tema, leia este post até o final. Vamos juntos nessa?

O que caracteriza a dificuldade de aprendizagem?

Como o próprio nome indica, estamos falando da dificuldade que determinado aluno pode ter para acompanhar os conhecimentos compartilhados em sala de aula. Isso envolve muito cuidado, pois nem sempre os alunos seguem os mesmos modelos ou se enquadram nos mesmos métodos.

É isso mesmo: existem mecanismos diferentes de aprendizagem, mas quando o aluno começa a ficar atrasado quando comparado ao restante da sala, então é bom tomar cuidado.

Quais são as principais causas?

As causas podem ser bem diversas, mas elencamos algumas delas abaixo para você.

Dificuldades emocionais

Como você já deve ter percebido, as dificuldades emocionais podem abalar o rendimento dos filhos. Esse impacto é muito comum, principalmente se considerarmos que eles estão em um período de formação intensa (principalmente durante a infância).

Portanto, caso vivenciem perdas na família, mudança de cidade, doenças ou outras coisas desse tipo, é bem provável que isso interfira na dificuldade de aprendizagem.

Doenças e/ou disfunções específicas

Existem algumas doenças e/ou disfunções que podem interferir diretamente na performance do colégio. O déficit de atenção, por exemplo, é uma doença crônica que pode trazer consigo dificuldade de atenção, hiperatividade e impulsividade.

Esse é só um exemplo, mas outras doenças/disfunções também favorecem esse comportamento, como dislexia, dificuldade em concentração e outros detalhes.

Ambiente escolar/familiar

Crianças com dificuldade de adequação metodológica ou outras situações no ambiente escolar (como o bullying) também podem ter dificuldade.

Somado a isso é bom lembrar que o contexto familiar também influencia muito, então a rotina dentro de casa e o excesso de atividades extracurriculares podem atrapalhar, pois o aluno pode ficar estressado e sobrecarregado com muitas atribuições. 

Para fechar, é importante lembrar também que o histórico familiar pode influenciar, assim como nascimento com baixo peso, prematuridade, uso de drogas na gestação e outras questões desse tipo.

Como diagnosticar este problema? 

Identificar essa situação nem sempre é fácil, mas o melhor caminho envolve um acompanhamento próximo da rotina do seu filho e proximidade com o colégio. Esses dois pontos em conjunto podem revelar dificuldades como leitura lenta, escrita anormal ou outros comportamentos que merecem atenção.

Além disso, é bom analisar quais são as causas mais comuns para a dificuldade de aprendizagem. Esteja atento e perceba qualquer comportamento cognitivo diferente.

O acompanhamento em conjunto com outros profissionais também pode auxiliar muito, pois nem sempre é fácil garantir um diagnóstico certeiro. A ajuda de um time especializado ajuda a entender as questões clínicas e pedagógicas  o que faz toda diferença!

Como ajudar seu filho a superar essa situação?

Caso o diagnóstico seja confirmado, o mais recomendado envolve encaminhar seu filho para um acompanhamento profissional. Nesse caso, as áreas de neurologia, psicopedagogia e psicologia trabalham juntas para controlar os efeitos.

O psicopedagogo costuma ter um papel ainda mais importante, pois é o responsável pela aprendizagem humana e suas desabilidades.

Somado a isso, os pais devem estar presentes na rotina do seu filho e demonstre todo seu apoio e suporte. Acredite: esse ponto pode parecer bobagem, mas faz toda diferença. Eles ficam mais confiantes e determinados em contornar a situação.

Depois de entender um pouco melhor como descobrir se seu filho tem dificuldade de aprendizagem, analise cada um dos pontos que compartilhamos aqui e tome as medidas recomendadas. Você vai perceber como um acompanhamento próximo faz toda diferença! 

E aí, gostou do nosso conteúdo? Então, aproveite para acompanhar diversos outros materiais que temos produzido. Curta nossa página no Facebook e fique por dentro!

Empatia na educação infantil: como ajudar as crianças?

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A capacidade de se relacionar com o mundo é essencial para uma vida saudável em sociedade. Por isso que a empatia é uma das habilidades que deve ser intensamente trabalhada com os seus filhos. Desenvolver a sensibilidade em relação ao outro é um comportamento que só trará benefícios às crianças.

O primeiro passo é ter empatia na relação com o seu filho. A compreensão e o respeito por parte do adulto fortalece o vínculo entre pais e filhos e, consequentemente, a criança compreenderá, com um bom exemplo, a importância dessa atitude.

Ensinar empatia na educação infantil é construir a base para o aprendizado de conceitos como ética, responsabilidade, gratidão e altruísmo e também para o combate aos estereótipos, aos preconceitos e ao bullying.

Que tal conhecer algumas práticas de como ajudar o seu filho a desenvolver essa habilidade tão importante? É só continuar lendo este post!

Estimule a inteligência emocional

Tenha um momento para conversar sobre o que seu filho está sentido. Ao falar com ele sobre sentimentos, você vai incentivá-lo a verbalizar os seus pensamentos. Isso fará com que a criança reflita sobre as situações às quais é exposta e o modo como ela reage perante o mundo, promovendo o pensamento crítico.

Respeite a personalidade

A empatia deve ser trabalhada, sim, mas sempre respeitando a individualidade. Não compare o seu filho a outra criança, seja um irmão, um primo ou um amigo do colégio. Entenda a personalidade dele e, a partir disso, descubra a melhor forma de exercitarem essa habilidade.

Aumente o círculo de convivência

Expandir o número de pessoas com as quais seu filho tem contato regular vai fazer com que o grupo de indivíduos com que ele se preocupa aumente. Isso é determinante para que ele desenvolva a empatia. Quando o convívio fica restrito ao núcleo da família, as conexões com o mundo também acabam sendo limitadas.

Inclua o seu filho na tomada de decisões

Insira a criança nos processos de decisão menos complexos da casa, como a roupa que ele vai vestir ou a escolha do destino da viagem de férias. Mas tenha em mente que incluir seu filho nisso passa por ouvir verdadeiramente a opinião dele.

Levar em conta os desejos e as preferências da criança demonstra empatia. Caso você já tenha uma decisão tomada sobre algum assunto, apenas a comunique ao seu filho.  

Exercite a generosidade

Ensine seu filho a emprestar brinquedos, materiais escolares e até mesmo seus livros preferidos para os amigos. Utilizar os objetos que ele mais gosta para praticar um comportamento generoso é fundamental para dar a importância devida àquela atitude.

Tudo isso vai colaborar para que o seu filho desenvolva o foco em três diferentes esferas: consigo mesmo, com o outro e com a sociedade. Ele aprenderá a ouvir, a conviver com as diferenças e a trabalhar as emoções, o que vai gerar um maior envolvimento com o mundo.

A empatia na educação infantil pode também se valer de recursos impressos e audiovisuais, como fábulas e programas infantis que tragam exemplos de comportamento empático, mas limite o contato com aparelhos tecnológicos. O uso em excesso prejudica a criação de conexões. Para combater isso, incentive a interação com outras crianças.

Viu como é possível criar oportunidades para que o seu filho pratique a empatia? Com poucas mudanças na rotina, ele vai aprender a importância desse valor naturalmente. Não se esqueça de agir conforme o que você está ensinando: a criança repete o comportamento e os exemplos dos pais.

Se gostou do post ou tem alguma dica bacana para compartilhar, deixe um comentário aqui no post e construa esta conversa com a gente!

Filhos adolescentes: saiba vencer 4 desafios

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A adolescência não é tarefa fácil. É normal que os pais continuem querendo tratar os filhos adolescentes como crianças. Afinal, há o desejo de que eles permaneçam pequenos e que continuem vivendo sob a proteção de suas asas.

Porém, ao contrário das crianças, as ordens já não são tão efetivas. Durante essa transição, é de extrema importância que os pais dialoguem com os filhos, em vez de somente se impor. Para ajudar você nisso, separamos algumas dicas para lidar com aspectos complicados da adolescência.

1. Alterações de humor constantes

A puberdade tem os efeitos comuns, já muito conhecidos, de modificar o físico dos jovens. Mas os pais devem se atentar às mudanças psicológicas, também. É nessa época que os problemas de autoestima surgem ou se acentuam.

É comum que os adolescentes tenham explosões hormonais e que tomem mais decisões passionais, em vez de racionais. Além do diálogo constante, é interessante buscar o apoio de um psicólogo para que essa fase passe sem traumas — claro, se assim o jovem aceitar.

2. Conversas sobre temas delicados

Quando se lida com crianças, esses temas surgem naturalmente, por meio de sua curiosidade: por exemplo, “de onde os bebês vêm?”. Mas quando se lida com filhos adolescentes, a história é outra. Algumas conversas são imprescindíveis, porém elas não vão se iniciar sozinhas e, muito menos, serão abordadas pelo próprio jovem.

O essencial, na hora de tratar de tópicos sensíveis, é ser o mais natural possível. Convidar o adolescente a sentar-se à mesa e ter uma conversa em que ele só escuta dificilmente trará resultados.

Uma tática é puxar o assunto a partir de alguma notícia que esteja passando na TV, que foi lida na internet etc. É importantíssimo que o adolescente se sinta seguro para responder e tirar qualquer dúvida. Por isso, o clima deve ser o mais descontraído possível.

3. Liberdade e exigência de privacidade

Na adolescência, os jovens requerem mais liberdade e privacidade. Na medida do possível, é importante dar isso a eles. Ou seja, deixá-los escolher os hobbies, as pessoas com quem se relacionam, os lugares que frequentam.

Claro, há de se ter uma supervisão sobre tudo isso, pois, como diz Mário Cortella, a oferta de liberdade não é “abrir mão da responsabilidade como educador”.

Como nos outros tópicos, o diálogo é a base: se seu filho está fazendo algo que você considera impróprio ou perigoso, converse com ele. Explique seus motivos e alcancem um consenso. Proibir pode ter como resultado o adolescente agindo às escondidas.

4. Interferência da tecnologia

Os eletrônicos se tornaram tão indispensáveis na vida de um adolescente, que chega a ser estranho ver um sem um celular em mãos. O problema é quando a tecnologia começa a interferir no relacionamento com a família ou com os estudos.

Para prevenir ou sanar esse problema, o limite do tempo gasto com eletrônicos é seu aliado. Para que o adolescente não caia em tentação de usar o celular ou computador escondido, incentive a leitura e os estudos, ou mesmo promova alguma atividade em família – como auxiliar no preparo de uma refeição.

As táticas acima podem ser adaptadas para a realidade de cada um. Não há fórmula mágica para lidar com filhos adolescentes e o que funciona para um pode não ter o mesmo resultado para outro.

E você, gostaria de compartilhar alguma dica ou experiência conosco? Comente abaixo!

Educação contemporânea: vencendo os limites do ensino tradicional

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A humanidade é cercada de desafios. A convivência, o crescimento, o desenvolvimento, a possibilidade de igualdade e condição de vida — tanto no aspecto econômico quanto social. Todos esses fatores instigam as pessoas a aumentarem suas capacidades e encontrarem alternativas para a harmonia.

A educação contemporânea é um desses desafios. Há anos acostumados a enxergarmos o processo de aprendizagem onde o estudante é um agente passivo, a sociedade moderna exige um repensar na estruturação tradicional, propondo novos mecanismos para fortalecer o elo entre professores, familiares e estudantes.

Disseminar a cultura da educação, visando instigar e estimular o gosto de aprender e transformar a maneira como a sociedade enxerga o processo educacional é um trabalho árduo, porém possível. A educação contemporânea leva em consideração os aspectos sociais, a fim de superar os desafios e aprimorar o aprendizado.

É possível fugir de uma visão exclusivamente conteudista e modelada para ser rígida. A educação contemporânea tem gerado pilares e perspectivas que superam o tradicionalismo para beneficiar toda a plenitude do ensino. Ficou interessado em conhecer mais sobre este tipo de educação? Continue a leitura!

O que é educação contemporânea e qual a sua importância?

Para conseguir entender a importância da educação contemporânea é preciso reflexão. O modelo educacional não pode ser resumido a um conjunto de pessoas dentro de algumas paredes, pois esse cenário destitui o pensamento crítico, gerando escolas com padrões de comportamento semelhantes às linhas de montagens de uma indústria.

O processo tradicional enxerga o desenvolvimento da aprendizagem de modo segmentado. As disciplinas são segregadas, como se fosse possível construir o conhecimento a partir de fragmentos de português, matemática, história, geografia, química, física etc.

Nesse contexto, perde-se a capacidade multidisciplinar. O estudante, portanto, não consegue desenvolver o interlaçamento dos conhecimentos, sem associar as aplicações aprendidas, a fim de evoluí-las. Temos, portanto, uma educação seriada, segmentando ao máximo a linha do saber.

A educação e a cidadania acabam sofrendo com essa visão segmentada. As estruturas física e curricular acabam limitando o desenvolvimento dos estudantes, ao diminuir o interesse e não instigar o gosto pelo aprender. Perde-se a noção de conjunto, participação e relacionamento.

Todo esse processo, porém, é um reflexo do nosso desenvolvimento histórico. Nas décadas de 1970 e 1980, não se notava um questionamento profundo sobre a qualidade ou os caminhos que a educação estava tomando. Apenas a partir dos anos 1990, começou-se uma reflexão sobre o aprender a conhecer dos estudantes.

Portanto, é possível dizermos que a educação hoje está em cheque. Para sanar essa complexidade, será necessário não apenas um especialista, mas sim um conjunto de pessoas e vários saberes. Deve-se apostar em um perfil mais questionador, refletindo sobre o que está sendo feito, projetando o que poderá ser realizado.

A educação contemporânea, portanto, é um enfrentamento. Sua missão é encarar esses desafios da sociedade, conversando, descobrindo, desafiando e não dando respostas prontas sem nenhum tipo de questionamento.

Ela propõe a compreensão do sistema educacional como um todo. Avaliando os processos adotados dentro da instituição de ensino e oferecendo uma nova roupagem de habilidades e competências para os estudantes.

A intenção é possibilitar aos alunos um desenvolvimento orgânico e abrangente, deixando de limitá-los a segmentos ou fragmentos. Além disso, ela engloba todos os atores sociais — escolas, familiares e professores — no mesmo processo.

Com o passar dos anos, em muitas instituições de ensino, os pais depositaram a responsabilidade da educação exclusivamente às escolas. Dessa forma, eles passaram a enxergar os professores como responsáveis pelas dificuldades de seus filhos, pouco cooperando para o processo educacional.

A educação contemporânea propõe que o cotidiano escolar seja vivenciado não apenas por professores e estudantes, mas também pelos familiares. A partir daí, a educação é enxergada como um processo cooperativo e de constante construção.

Afinal, é possível aprendermos nos diferentes cenários nos quais convivemos: na rua, nas escolas, nos museus, em casa etc. A educação não acontece exclusivamente dentro das quatro paredes da instituição de ensino: ela é um processo abrangente e precisa ser enxergado desse modo.

Quais as características e os pilares da educação contemporânea?

A escola fragmentada é também isolada. Dessa forma, fica difícil trazer para o ambiente escolar a interação com o mundo. Os estudantes perdem, nesse contexto, a capacidade de se enxergarem como membros de um sistema humano maior, ficando em uma compreensão apenas de si.

Atualmente, muitos estudantes percebem a ida à escola como uma penalidade. Perde-se o prazer em conhecer novas questões, pois há pouca reflexão sobre o que é ensinado. O modelo tradicional é focado não na produção, mas sim no acúmulo do conhecimento. O padrão conteudista do processo de aprendizagem promove a repetição, não o rompimento.

Sem a interação entre a escola e a cidade, valores como a cidadania e a ética ficam abstratos. Para conseguir superar esses desafios e conseguir proporcionar uma aprendizagem empática e abrangente, a educação contemporânea propõe alguns pilares.

Coragem

Começamos com o enfrentamento do dia a dia. O mundo contemporâneo exige muita coragem. Você tem que se lançar para um trabalho sem ter a certeza que está preparado integralmente. É preciso encará-lo e acertar no percurso, tendo tenacidade para errar e não poder ficar cabisbaixo com qualquer deslize.

Esse é um grande pilar da vida contemporânea. Enfrentar o desafio, arriscar, ter iniciativa e atitude. Durante muito tempo, as pessoas foram passivas e, agora, queremos desenvolver crianças mais ativas.

A escola, por muito tempo, promoveu essa omissividade. É preciso alterar a perspectiva, tornando os estudantes mais ativos para superar desafios e desenvolver seus interesses.

Testes

Nada é absoluto, tirando grandes princípios, claro. Logo, no dia a dia, as coisas não são definitivas. Não existe lugar certo, roupa certa, linguagem certa. Tudo cabe em uma experiência.

Temos um espaço onde existe mais criatividade e menos coisas prontas. O que também não é simples para a educação. É mais fácil saber o que fazer, chegar na sala de aula com tudo pronto, com uma receita do ano todo, que considera aquilo que precisa ser passado para os alunos.

A educação contemporânea exige dedicação e uma quebra desse paradigma. Ela pode ser construída no cotidiano e na prática. Por isso, os professores precisam estar dispostos a saírem do cronograma estipulado para entender a necessidade momentânea dos alunos.

É preciso estar preparado para receber as dúvidas e os questionamentos dos estudantes, a fim de proporcionar o debate. Mesmo que essa discussão saia do plano inicial da aula.

Tecnologia

O eixo tecnológico é muito importante. Ele faz parte do mundo atual, as pessoas estão consumindo tecnologia, e entender tudo o que está acontecendo — inclusive no cenário profissional — é extremamente necessário. Então, a escola também precisa estar atenta para esse viés.

O aspecto central não são os recursos em si. A aplicação deles na educação é estratégica, a fim de que os educadores consigam aprender a utilizar dispositivos e ferramentas, pois, além de influenciar, a tecnologia provoca mudanças.

O mais importante no uso tecnológico é conseguir estar com várias pessoas ao mesmo tempo, incluindo aquelas que o professor não conversaria se não houvesse essa conexão. Além disso, é possível bolar planos e formas de educar voltadas não apenas para uma pessoa, mas para milhares.

Esse é o poder de escalar o conhecimento e alcançar o máximo de pessoas possível. Rompe-se a estrutura física da instituição escolar, não deixando mais a instituição de ensino como um agente isolado do meio.

Como essa educação ajuda no desenvolvimento dos estudantes?

O modelo tradicional está acostumado a manter um processo de repetição. As disciplinas são formatadas em cronogramas que visam fazer os estudantes memorizarem os conteúdos, sem necessariamente compreendê-los.

A educação contemporânea propõe uma alteração nesse cenário. O professor oferece uma realidade dentro da sala de aula, sem projetar no aluno que o aprendizado só servirá para daqui 20 anos. A ideia, portanto, é que os estudantes já resolvam algum problema dentro da sala, trazendo ideias e soluções.

A proposta, portanto, é fazer com que os estudantes ponham a mão na massa, colocando o conhecimento em prática e, acima de tudo, desenvolvendo a sua voz. Nesse contexto, não há mais agente passivo e o que é dito pelos alunos também é relevante. Se eles pararem para pensar, terão críticas a fazer e também alternativas para sugerir.

Esse resultado é possível quando há o conjunto dos pilares descritos em um mundo que é ágil, cheio de desafios e que luta com quantidade e qualidade.

A escola tem essas questões de concepção e prática. Ela trabalha conceitualmente, mas também precisa trabalhar o agir. Fazendo isso, ela ajuda os alunos a se desenvolver e a ter experiências positivas. Essa diversificação ajuda em tudo. Em dar mais autoconfiança, em perceber que eles estão participando do mundo.

Qual é o papel dos atores sociais na educação contemporânea?

Geralmente, os pais são altamente participativos no momento da educação infantil. Envolvem-se nas atividades, atuam ao lado dos educadores, perguntam sobre o cotidiano escolar e buscam formas de participar. Entretanto, com o avançar da criança nas etapas de conhecimento, a participação tende a diminuir.

No Ensino Fundamental, os familiares começam a enxergar a escola como a responsável por toda a educação da criança. É a instituição escolar, inclusive, que deve abordar temas delicados, como as drogas e os seus efeitos, a partir de uma perspectiva de saúde. Essa percepção familiar prejudica o aprofundamento do ensino.

A educação não é um processo isolado, que acontece exclusivamente nas dependências da escola. As ruas da cidade, a convivência com os amigos e a rotina do lar também são espaços que geram oportunidades para novas descobertas.

A educação contemporânea compreende que todos os agentes sociais têm papéis a serem desempenhados. É a conexão entre professores, familiares e estudantes — a qual chamamos de tripé da educação — que poderá gerar um processo de ensino de qualidade e diferenciado.

O objetivo é que haja sempre equilíbrio nesse tripé, mantendo uma relação saudável e constante na comunidade escolar. Para tanto, é possível utilizar-se de recursos da tecnologia, por exemplo.

Papel das escolas

As escolas precisam proporcionar um espaço de máxima interação entre os desafios enfrentados pelo mundo real e as soluções propostas pelo conhecimento adquirido. Nesse sentido, é fundamental estar por dentro dos recursos tecnológicos e ofertá-los para professores e alunos.

Além disso, é preciso pensar fora da caixa e oferecer ambientes que fujam da organização tradicional, onde o professor é o único foco de conhecimento dentro da sala de aula. Para isso, é possível criar salas alternativas, com carteiras distribuídas em formato de roda, hortas e jardins colaborativos, nos quais os alunos poderão plantar e envolver-se com os cultivos etc.

Além disso, a instituição precisa promover a interação entre familiares, professores e alunos. Realizar eventos que contem com a participação de todos e utilizar recursos tecnológicos para fazer o monitoramento e o acompanhamento dos trabalhos desenvolvidos em sala de aula são boas alternativas de trabalhar esse ponto.

Por fim, em seu cronograma, a escola precisa incluir conteúdos que vão além das propostas convencionais. A educação financeira, por exemplo, pode ser aplicada no dia a dia dos estudantes e prepará-los para um olhar atencioso no futuro.

Papel dos pais

Os estudantes conseguem ter melhor desempenho quando são acompanhados pelos familiares. Esse envolvimento faz com que os estudantes sintam-se valorizados, desenvolvendo a sua autoestima. Vale ressaltar que o convívio com os familiares é a primeira fonte de conhecimento e experiências da criança.

Para participar, a família pode acompanhar o desenvolvimento educacional dos filhos. Envolver-se nos exercícios propostos para a sala de aula e debater sobre os novos conhecimentos discutidos na escola é muito importante.

Nesse contexto, os pais vivem um dilema parecido ao do professor. Ambos estão em um mundo do qual não têm domínio pleno — com as novas tecnologias e recursos. Portanto, é comum sentir insegurança, ficando dividido entre o que é, verdadeiramente, melhor para a criança.

Alguns têm a ideia de que o saber tradicional é a melhor escolha, porque isso vai levar o estudante para uma universidade renomada, um bom emprego, uma vida tranquila etc. Outros acham que é melhor o jovem ser feliz e conseguir fazer tudo aquilo que os pais não tiveram oportunidade.

Para envolver os familiares, mesmo com sua perspectiva de mudança, a educação contemporânea propõe um trabalho parecido ao realizado pelos professores que preferem o método tradicional. Trazer os pais para as atividades escolares, fazendo coisas em parceria com os filhos. Essa conversa, com honestidade, respeito e cuidado poderá fomentar o crescimento de ambos.

É também por meio da interação com as famílias que a escola interage com a sociedade brasileira. Isso é fundamental para compreender a diversidade cultural do nosso espaço.

Papel dos professores

Cabe aos educadores a reflexão sobre o que é aplicado no cotidiano. É preciso se questionar se os alunos estão conseguindo assimilar o conhecimento transmitindo, ou se é preciso criar formas para envolver os alunos no processo de aprendizagem.

Com o dinamismo do mundo atual, a capacidade de concentração dos estudantes é diferente da das antigas gerações. Competir a atenção dos alunos com smartphones, computadores e jogos eletrônicos é uma tarefa difícil para os educadores.

Por isso, uma estratégia é englobar esses recursos no processo de aprendizagem. Trazer elementos gráficos e audiovisuais pode ser um artifício interessante na motivação e no envolvimento de todos na sala de aula.

Quais os desafios relacionados à educação contemporânea?

O principal desafio da educação contemporânea para educadores e alunos é conseguir alcançar o sentimento de que eles estão participando do mundo, deixando um legado. Superar o isolamento escolar, a fim de envolver a realidade com as habilidades e aptidões desenvolvidas dentro de sala de aula.

A intenção é desenvolver os estudantes para além de resultados, como entrar em uma faculdade, conseguir um emprego, trabalhar e ganhar um salário. O desafio da educação contemporânea é a vontade de querer criar alguma coisa que deixe uma espécie de herança para a sociedade.

Quando a gente fala de desafio operacional, de dia a dia, temos a organização da escola dentro de uma concepção moderna, de trabalhar com projetos que integrem e envolvam mais os alunos, com tecnologia e métodos que façam com que eles tenham prazer de estudar e aprender.

A educação tradicional segue uma concepção individualista. A preocupação é desenvolver os seres humanos como pessoas individualmente, por meio da repetição e memorização dos conteúdos. Assim, é possível alcançar bons resultados em avaliações e vestibulares — que também fortalece a ideia de competição.

A educação contemporânea vai do individual para o coletivo. Dessa forma, é possível desenvolver habilidades como a empatia, o respeito, a autonomia, a autoestima e a compreensão de diversos valores sociais.

Existem outras duas ideias que estão muito presentes e fazem parte do contemporâneo, superando o tradicional: você não poder deixar de lado a discussão e a reflexão do espaço privado e público.

O conhecimento é infinito, mas a educação tradicional nos ensina a trabalhar com recorte. Para que o aluno consiga ter uma perspectiva da sua vida acadêmica, ele precisa estudar durante “x” anos. Essa teia de saberes não acaba, mas o aluno — após concluir uma etapa de conhecimento — cessa o seu aprendizado.

Outro desafio para a educação contemporânea está em tornar a escola interessante para os estudantes. Para isso, é preciso desenvolver estratégias diferenciadas, capazes de auxiliar no desenvolvimento dos alunos e englobar todas as habilidades e aptidões a serem trabalhadas.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) prevê que essas estratégias inovadoras devem incluir instrumentos tecnológicos, para, assim, conseguir motivar os alunos e mantê-los empolgados com cada uma das etapas do aprendizado.

A educação contemporânea no Brasil: um ato político social ou político econômico?

A educação contemporânea precisa proporcionar aos estudantes o desenvolvimento de suas competências não apenas para entenderem a realidade em que estão vivendo, mas também para intervirem nesses cenários. Essas competências socioemocionais são fundamentais para florescer toda a complexidade do ser humano.

Atualmente, discute-se a importância de construir uma escola com ambiente de respeito entre toda a comunidade. Antes mesmo de pensarmos no processo educacional, é preciso valorizar o convívio entre todas as pessoas da comunidade escolar.

A educação contemporânea busca a coragem para debater os assuntos que precisam ser discutidos. Pensar não é trazer respostas, mas sim levantar questionamentos entre crianças e adolescentes. Desse modo, é possível promover uma mudança social verdadeira. Os estudantes param de se enxergar como seres individualizados na sociedade, mas, sim, como partes dela.

Formar bons funcionários para o mercado de trabalho não pode ser a preocupação central da escola. Ela deve pensar e refletir sobre a importância do raciocínio e da habilidade de criar alternativas para a superação dos desafios propostos pela vida real.

O conteúdo aplicado em sala de aula hoje pode estar defasado daqui a dez anos. E se estiver, todos que passaram por essa educação ficarão atrasado em termos de capacidades perante os novos dilemas que surgirem. Por isso, é essencial oferecer questões — não respostas — que permitam as pessoas evoluírem em suas habilidades.

A compreensão social é uma perspectiva fundamental para o futuro das pessoas. Quando uma criança compreende-se pertencente a um grupo social, ela começa a enxergar soluções para superar as barreiras que podem impedir o seu próprio desenvolvimento e o de outras pessoas.

Quais as perspectivas da escola contemporânea?

Existem ciclos mais difíceis e há períodos melhores. Pensando no Brasil, especificamente, a expectativa é positiva. O ano de 2019 tende a ser melhor, menos instável politicamente, podendo já projetar também um país mais economicamente equilibrado. E isso afeta a vida das pessoas.

A educação, nesse movimento, também recebe essa ideia de maior organização. As perspectivas são de transformação em um ambiente mais propício. Outro panorama emergente é o de tecnologias mais baratas e acessíveis. Essa tendência pode nos trazer escolas mais bem preparadas e aparelhadas para os desafios propostos pela modernidade.

A educação contemporânea enfrenta uma série de confrontos para conseguir superar os preceitos tradicionais e apresentar uma nova compreensão para a aprendizagem. Essa discussão é necessária para conseguirmos gerar reflexão e adaptar os Projetos Político-pedagógicos para realidades que atendam às novas demandas sociais.

A Certus é uma instituição que trabalha para ser asa, não gaiola. Temos a missão de desenvolver as capacidades de todos os alunos. Entre em contato para conhecer a proposta do nosso colégio!

Leitura infantil: 4 dicas essenciais para desenvolvê-la

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Estimula a criatividade, amplia o vocabulário, exercita o cérebro, fortalece a capacidade de concentração e contribui com o desenvolvimento cognitivo da criança. Esses são apenas alguns dos benefícios da leitura infantil. Não à toa, os pais devem criar estratégias capazes de incentivar o hábito de ler. 

No primeiro momento, essa pode parecer uma tarefa complicada, mas com algumas ações simples e práticas é possível fazer com que os pequenos tomem gosto pela leitura. Quer saber como? Confira as nossas dicas:

1. Leia para os pequenos

Já dizia a sabedoria popular que o exemplo vem de casa, não é mesmo? Nada mais sábio, então, do que os próprios pais criarem o costume da leitura em casa. Assim, os pequenos serão influenciados por esse comportamento. Mas não para por aí. É importante adotar o hábito de ler para eles, antes mesmo da alfabetização.

Para não ter erro, entenda quais são os assuntos e os gêneros literários mais apreciados pelos seus filhos, escolhendo temas que despertam o interesse deles. Afinal, a leitura deve ser algo atrativo e prazeroso, certo?

Quer algumas sugestões de livros ideias para os baixinhos? Anote aí: “O cachorro babucho”, de Luiz Raul Machado; “Tarsilinha e as formas”, de Patrícia Engel Secco e “O menino que coleciona guarda-chuvas”, de Alexandre de Castro Gomes. 

2. Promova atividades que envolvam a leitura

Outra ação que vai ajudar o pequeno a desenvolver o gosto pela leitura é criar atividades que estejam relacionadas com os livros. Que tal, por exemplo, propor uma encenação teatral após a leitura? Envolva toda a família na brincadeira, tornando o momento ainda mais especial.

Vale destacar que essa ação, além de contribuir com apreço da leitura, vai fortalecer os laços familiares, o que por si só já é uma grande vantagem. Por isso, vista a sua fantasia e faça as melhores interpretações junto com o pimpolho. 

3. Incentive o contato com os livros

Permita que a criança toque, conheça e explore o livro. Vale a pena, até mesmo, deixar que o livro seja usado como brinquedo. Caso um exemplar sofra alguma avaria durante o processo, tenha paciência e não dramatize, pois isso pode ter o efeito contrário e acabar afastando a criança dos livros. 

O intuito é que o pequeno tenha a possibilidade de explorar a leitura, seja por meio da visualização de imagens ou por meio de atividades lúdicas. Assim, ele vai cultivar uma relação mais próxima e íntima com os livros. 

4. Monte um espaço da leitura

Criar um cantinho especial, que seja apropriado para a leitura infantil, vai tornar o processo muito mais fácil e divertido. Nesse sentido, escolha um espaço confortável, com iluminação adequada, possibilitando o acesso aos livros que o pequeno tanto gosta.

Montar uma espécie de cabaninha, por exemplo, é uma forma prática e simples de estimular a leitura. 

Além disso, frequente livrarias e bibliotecas. Dê preferência para aquelas que contam com programação infantil, com rodas de conversas, contação de histórias, peças infantis e encontros com autores. 

Quando a família se empenha a estimular a leitura infantil, os resultados começam a aparecer no colégio, de modo que a parceria entre os pais e os professores faz com que o apreço pelos livros continue crescendo cada vez mais. Acredite: ao colocar em prática essas ações, é questão de tempo até que as crianças vejam o livro como um verdadeiro amigo. 

Agora que já sabe como estimular a leitura infantil, veja a importância da parceria entre escola e família e como desenvolvê-la

Juntos Por um Outubro Mais Rosa

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SP Hair Cosmetics e a Rede Colaborativa Certus, premiarão 3  pessoas que doarem seus cabelos em prol do Projeto Cabelegria.

Cabelegria, é um projeto sério pautado na ética e comprometimento com pacientes em tratamento quimioterápico de todo o Brasil. A empresa recebe as mechas, confecciona e doa perucas para quem está na luta contra o câncer ou perdeu seus cabelos por outras patologias.

O objetivo da campanha “Juntos Por um Outubro Mais Rosa” é incentivar a doação e ajudar a levantar a autoestima de quem vive um momento difícil e precisa deste afeto.

Junte-se a nós nesta causa! Saiba como participar:

1 – Corte e doe uma mecha de cabelo para o Projeto Cabelegria;
Endereço, para envio da mecha:
A/C Cabelegria
Caixa Postal – 75207
São Paulo/SP
CEP. 02415-972

2 – Tire uma foto do seu novo corte (antes e depois);

3 – Comente o poste em nossa página no Facebook e poste com suas fotos de ANTES e DEPOIS;

4 – Os 3 primeiros comentários com a foto de antes e depois que comprovarem a doação das mechas levam uma cesta (cada um) com produtos Rosa Perfeita da SP Hair.

Importante:

  • As mechas deverão ser encaminhadas pelo correio para o endereço: Caixa Postal – 75207 | São Paulo/SP | CEP. 02415-972 | A/C Cabelegria;
  • Os 3 premiados receberão um kit de produtos home care Rosa Perfeita SP Hair contendo: 1 shampoo, 1 condicionador e 1 máscara de hidratação;
  • Os premiados, serão notificados e instruídos para recebimento do premio via DM (mensagem direta);
  • Fique atento à sua caixa de mensagens para não perder o prêmio;
  • Caso os premidos não entrarem em contato em até 3(três) dias úteis da divulgação, da DM a promoção continuará aberta e escolherá o próximo participante que cumpra as regras acima.

 

Como apoiar seu filho na fase de vestibular

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Você já prestou vestibular e sabe bem que essa é uma época turbulenta, não é mesmo? Afinal, é complicado ter que lidar com a quantidade enorme de matéria dos editais, sem falar na pressão que é ter que escolher uma profissão ainda na juventude.

A ajuda da família, nesse momento, faz muita diferença. Uma palavra amiga ou simplesmente um gesto de aprovação, por exemplo, podem ser o suficiente para estimular a confiança.

Neste post, vamos ajudar você a fazer isso apresentando algumas ações que demonstram o seu apoio para o filho na fase de vestibular e podem melhorar os resultados.

Confira!

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Incentive os momentos de descanso

Tão importante quanto manter um ritmo de estudo é ter o devido tempo de descanso — ninguém é de ferro! Contudo, seu filho nem sempre vai lembrar disso quando começar a maratona de estudos, e cabe a você ensinar a ele que quantidade não é qualidade.

Pode acontecer de seu filho virar dias e noites estudando e mesmo assim ter um rendimento insatisfatório, uma vez que estará cansado e disperso para fazer a prova. Mais vale, nesse aspecto, dedicar-se ao estudo por poucas horas, mas com total concentração e disposição.

Para isso, é preciso ter alguns momentos de lazer — seja encontrando os amigos para bater papo, seja assistindo a um filme. O importante é incentivar o jovem a ter um momento só dele, de modo que a exaustão não prejudique o seu desempenho. [/vc_column_text]

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Evite fazer cobranças

Acredite: a pressão dos pais compromete, e muito, vo desempenho do filho. Por isso, não confunda ajuda com exigência excessiva. Claro que é importante acompanhar e verificar se ele está, de fato, cumprindo as suas obrigações. Mas isso não significa que você deve ficar no pé dele em tempo integral, muito menos pressioná-lo. 

O ideal é manter um papel de orientador/conciliador, e não de carrasco, concorda? Essa simples ação vai deixar seu filho mais tranquilo para lidar com essa etapa — até porque ele já deve exigir muito de si mesmo.

Tenha empatia e um pouquinho mais de paciência e tolerância. É apenas uma questão de tempo até que vocês recebam a boa notícia da aprovação.  

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Estimule o treino da redação

Uma boa nota na redação é muito importante para o ingresso em uma universidade renomada. É necessário destinar atenção especial a esse quesito avaliativo, pois a produção textual pode ser a garantia de uma vaga em um curso tão desejado.

Por isso, incentive o seu filho a treinar constantemente a escrita. Após o trabalho feito, leia o conteúdo e forneça dicas construtivas para ele aprimorar o texto. 

Mas não pare aí! Lembre-o de que é fundamental também ter conhecimento sobre o que acontece na atualidade, principalmente com relação à economia e à política. É aí que surge a importância também de manter a leitura em dia e, claro, acompanhar as publicações de jornais, revistas e portais de comunicação. 

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Ajude na elaboração do cronograma de estudos

Organização é a palavra-chave para o estudante conseguir abordar toda an matéria e, assim, conquistar uma nota de destaque. Não adianta estar craque nas exatas, mas ignorar as ciências humanas ou biológicas. 

Nada mais sábio, então, do que participar da elaboração de um cronograma de estudos adequado, levando em consideração o ritmo do seu filho. Assim, ele será estimulado a ter responsabilidade com relação ao estudo e também o tempo deixará de ser um vilão para, tornando-se um aliado da preparação. 

No mais, mostre-se disponível para ajudar sempre que preciso. Tomando essas ações e proporcionando um ambiente de estudo harmonioso e tranquilo para o seu filho, as chances de sucesso dele serão maiores. 

Gostou do conteúdo e quer mais dicas para ajudar o seu filho na fase de vestibular? Então, siga a gente nas redes sociais — estamos no Instagram, no Facebook, no Google+ e no Twitter — e tenha acesso a informações exclusivas!

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5 dicas essenciais para lidar com o medo infantil

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Medo de altura, do escuro, de ficar perdido, de ser esquecido na escola, de monstros, de personagens estranhos: a infância pode ser complicada, não é mesmo? Por isso, é importante que os pais acompanhem de perto os pimpolhos e entendam os seus principais pavores.

O medo infantil, às vezes, surge sem explicação e pode ser totalmente ilógico, mas para as crianças ele é real. Nesse sentido, é preciso estar aberto para ouvir e conversar com os pequenos, transmitindo segurança. Quer mais dicas para ajudá-los a lidar com os esses medos? Confira!

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1. Não ridicularize o medo infantil

Você também já foi criança e sabe bem que alguns medos são simplesmente inexplicáveis, não é mesmo? Nesse sentido, de nada adianta rir ou falar para o seu filho que o pavor dele é injustificável. Pelo contrário: isso apenas vai deixá-lo envergonhado, além de afastá-lo de você. E esse não é nem de longe o cenário desejado, certo?

Por isso, evite ridicularizar o medo da criança, por mais bobo que pareça. Lembre-se de que ele ainda não consegue distinguir o que é real do que é fantasia. [/vc_column_text]

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2. Seja coerente

O diálogo é a palavra chave para ajudar o seu pimpolho a superar o medo — independente de qual seja. Aposte na lógica e seja coerente, mostrando, na prática, por que ele não precisa temer aquele cenário. 

É importante, nesse contexto, escutar bem o pequeno, compreendendo assim as inseguranças dele. Esteja aberto à conversa e mostre que você sempre estará do lado dele. Assim, ele se sentirá mais seguro. Além do mais, diga que é normal sentir medo e que todos — em algum momento da vida — já sentiram pavor de algo e que não é preciso se sentir mal por isso.

3. Mostre como a criança pode se defender

Mostre para o seu pequeno que existe várias formas de se defender daquilo que ele mais teme. Quer um exemplo? Suponha que o pior pesadelo dele é ser esquecido na escola. Cabe a você, nesse sentido, mostrar que ele pode pedir carona para os pais dos coleguinhas ou ainda pedir para a professora ligar para você. 

Se o principal medo dele é o escuro, que tal montar uma cabaninha na sala e tornar a noite mais divertida? Esses são apenas alguns exemplos. O importante aqui é usar e abusar da criatividade, criando soluções para que o pimpolho aprenda a “se defender” daquilo que o aterroriza. 

4. Não faça comparações

Acredite: falar que o amiguinho, que tem a mesma idade, já superou todos os medos não vai ajudar em nada. Aliás, com essa ação, existe grande chance de o seu filho ficar mais frustrado ainda. Por isso, não cometa o erro de fazer comparações. 

Não é porque o irmãozinho dele já tirou de letra tal tarefa que ele também deve fazer o mesmo. Cada criança é única e não adianta tentar acelerar o processo. O seu pequeno, nesse momento, precisa do seu apoio e compreensão e não de críticas. 

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5. Solicite a ajuda de um profissional

Caso o medo da criança seja extremo, a ponto de ficar paralisada, vale a pena procurar um profissional especializado. Somente assim será possível descobrir a fonte de origem desse pavor. 

Fato é que tanto o papai quanto a mamãe devem estar presentes no dia a dia da criança, oferecendo o devido apoio para que a criança consiga superar os seus traumas e inseguranças.

Agora que já sabe como lidar com o medo infantil, que tal compartilhar o conteúdo nas redes sociais? Assim você vai ajudar outros pais a resolverem esse assunto. 

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