Aprender a Conhecer | No tempo dos castelos

O período de alfabetização e ingresso no Ensino Fundamental I exige certo encantamento. Os pequenos estudantes precisam ser incentivados a receber os conteúdos de forma lúdica, como se estivessem envolvidos por uma brincadeira. Extrair o melhor de cada um, desta forma, é um desafio que o Certus acredita e trabalha, diariamente, para realizar. 

Um dos exemplos desta prática foram as atividades realizadas pelas turmas do primeiro ano. Durante os estudos do Caderno 1 do Projeto Unoi e embasados pelos pilares da UNESCO – Aprender a Conhecer, Aprender a Fazer, Aprender a Ser e Aprender a Conviver – ,  os estudantes se depararam com temas relacionados aos príncipes, princesas, arquitetura dos castelos e às músicas medievais. Este universo encanta as crianças e o retorno pedagógico é visível, sem perceber eles aprendem história, matemática e são alfabetizados num clima de conto de fadas.

   

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“Foi a primeira vez que estudei sobre a vida em um castelo. Gostei muito”.

Ana Júlia, 1º ano B3

   

Veja o álbum de fotos:  Castelos de SucataChá Real.

Os castelos apareceram em diferentes disciplinas e situações. Como era a arquitetura destas construções, a vida e os costumes das pessoas que o habitavam, como funcionava a disposição dos cômodos, a alimentação dos moradores. O estudante aprendeu todo conteúdo, envolvido por esta energia quase mágica!

A fim de tangibilizar e transformar a teoria em experiência, as professoras propuseram duas atividades muito divertidas e enriquecedoras: a construção de um Castelo de Sucata e o Chá Real.

Em casa cada estudante deveria construir um castelo com sua família. As maquetes foram trazidas para o colégio onde houve uma exposição para outras turmas do Ensino Fundamental I. Os trabalhos também ficaram expostos durante a Vivência Pedagógica e todos puderam ver o que as turmas construíram.

       

“Os castelos ficaram lindos. Dá vontade de entrar para brincar dentro deles”

Maria Eduarda, 1º ano A1

              

Para finalizar em grande estilo, foi feito o Chá Real, um momento dedicado a vivenciar o que já havia sido estudado.

“Gostei da decoração. Parecia uma festa”

Augusto, 1º ano B2

 

No dia marcado para o chá, estudantes e professoras cuidaram da ambientação do espaço e as famílias enviaram a alimentação que comporia o cardápio. Para que tudo parecesse ainda mais real, todos estavam fantasiados de príncipes e princesas.

“Dançamos músicas medievais, usamos coroas e degustamos de um verdadeiro chá real”, lembra Tatiane Oliveira, professora.

“A dança foi a melhor parte. É muito diferente das de hoje”

Isadora, 1º ano B1

“O momento de receber a coroa foi muito emocionante”

Rafaella, 1º ano A2

“Usar a fantasia e dançar com o príncipe foi muito legal”

Maria Cecília, 1º ano A1.

Imaginação e diversão rolaram soltas, a vivência trouxe um grande significado para os estudos teóricos.

“Proporcionar interação entre ao turmas foi ainda mais enriquecedor. Pois contribui tanto no pedagógico quanto no social, estabelecendo momentos de escolhas e aprendizagem que estão sempre na rotina da nossa filosofia educacional”.

Ana Paula Bertolino, Tatiane Oliveira e Maria Amorim, professoras.

 

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